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Paulo foi processado pelo crime de roubo, e o Ministério...

Paulo foi processado pelo crime de roubo, e o Ministério Público arrolou a vítima e Roberto, um dos policiais que efetivaram a prisão em flagrante de Paulo. Durante a instrução, Roberto foi ouvido, mas afirmou que quem poderia reconhecer Paulo seria seu colega Fábio, que também participou da prisão.


Diante dessa hipótese, é correto afirmar que o juiz:


A

não poderá ouvir Fábio como testemunha, pois houve preclusão para o Ministério Público, que não o arrolou;


B

poderá de ofício ouvir Fábio como testemunha referida, pois desfruta de poderes instrutórios para tanto;


C

não poderá ouvir Fábio como testemunha, por se tratar de prova ilegítima;


D

poderá ouvir Fábio como testemunha se com isso concordar a defesa técnica de Paulo;


E

não poderá ouvir Fábio como testemunha, em razão da violação ao princípio da comunhão das provas.