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Embora a grande maioria dos partos transcorra sem problemas para a criança, em algumas situações pode ocorrer interrupção da transferência de oxigênio do ambiente para o feto além daquilo que é considerado normal, podendo levar, em uma cascata de eventos, à acidemia fetal e, consequentemente, aos seus desfechos finais como sequelas permanentes ou mesmo a morte. O objetivo da monitoração do bemestar fetal intraparto é avaliar a adequação da oxigenação fetal durante o trabalho de parto e consequentemente prevenir os danos resultantes da interrupção da transferência de oxigênio do ambiente para o feto. (CONITEC, 2016).
Disponível em: <http://conitec.gov.br/images/Consultas/2016/Relatorio_Diretriz-
PartoNormal_CP.pdf> Acesso em 10 dez. 2018.
De acordo com a Diretriz Nacional de Assistência ao Parto Normal, elaborada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS, a recomendação do CONITEC sobre a avaliação do bem-estar fetal em parturientes de baixo risco deve ser realizada através de
ultrassonografia obstétrica, preferencialmente com Doppler.
monitoração eletrônica contínua com cardiotocografia (CTG).
ausculta intermitente, com estetoscópio de Pinard ou sonar Doppler, a cada 30 minutos e imediatamente após uma contração, por pelo menos 1 minuto.
avaliação exclusiva da mobilidade fetal.
ausculta intermitente, com estetoscópio de Pinard ou sonar Doppler, a cada 30 minutos, por 15 segundos, multiplicando o resultado obtido por 4.