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Para fins de delineamento do campo de conceituação da gestão participativa, suas práticas e mecanismos podem ser agrupados de acordo com as instituições, atores e segmentos sociais envolvidos, nos seguintes tipos: Mecanismos institucionalizados de controle social; Processos participativos de gestão; Instâncias de pactuação entre gestores; Mecanismos de mobilização social; Processos de educação popular em saúde; Reconstrução do significado da educação em saúde; Ações articuladas entre diferentes setores de governo e a sociedade civil (intersetorialidade). Entre essas diferenciações assinale a alternativa correta que diz respeito aos Mecanismos institucionalizados de controle social.
São representados pelos conselhos de saúde e pelas conferências de saúde, envolvendo o governo, os trabalhadores da saúde e a sociedade civil organizada, nas três esferas de governo. Recentemente, vêm sendo propostos conselhos regionais, bem como conferências e plenárias regionais.
Integram a dinâmica de diferentes instituições e órgãos do SUS, nas três esferas de governo, tais como conselhos gestores/conselhos de gestão participativa, direção colegiada, câmaras setoriais, comitês técnicos, grupos de trabalho, polos de educação permanente em saúde e setoriais de saúde dos movimentos sociais, entre outros.
Representam dispositivos para a articulação de movimentos populares na luta pelo SUS e o direito à saúde, ampliando espaços públicos (coletivos) de participação e interlocução entre trabalhadores de saúde, gestores e movimentos populares.
Se desenvolvem nas escolas, nas universidades e nos serviços de saúde, fortalecendo o protagonismo na produção de saúde e na formação de cidadãos em defesa do SUS.
Caracterizam o compartilhamento de decisões entre instituições governamentais e da sociedade civil, que atuam na produção social da saúde.