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Para que ocorra um adequado planejamento das ações, a ESF utiliza a estratificação de risco da sua população adscrita com vistas a identificar ações prioritárias. Isso pode ser feito pela estratificação, em diferentes níveis de complexidade, da condição de saúde. O nível 4 corresponde a/à
70 a 80% dos usuários que apresentam condições crônicas e as intervenções de saúde devem estar pautadas no cuidado centrado no usuário e no desenvolvimento de sua autonomia para o autocuidado.
subpopulação de alto risco, para a qual, além do autocuidado apoiado e do cuidado multiprofissional da APS, poderão ser necessárias intervenções conjuntas à atenção secundária, a partir de consultas especializadas.
uma parte da população do território que possui fatores de risco modificáveis, relacionados ao comportamento e a escolhas associadas à saúde.
atenção às condições crônicas complexas, graves e problemas sócio-sanitários de extrema vulnerabilidade e/ou que implicam risco pessoal e social.