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anais de denúncia
ORÇAMENTO SECRETO BANCA FRAUDES NO SUS
Uma cidadezinha fez mais testes de HIV do que São Paulo; outra é a cidade mais banguela do país
| 07jul 2022_14h01
(Fonte: Revista Piauí/ Portal Uol – 07/07/2022)
A gestão e transparência se colocam como desafios para a qualificação e fortalecimento do SUS, rumo à consecução de seus objetivos e diretrizes. Em seu artigo “SUS: o que e como fazer”, Campos discute algumas teses propositivas para superar impasses e efetivar melhor funcionamento da política pública de saúde. Acerca destas teses, é correto afirmar que:
Há necessidade de reforço e ampliação dos hospitais de pequeno porte (até 100 leitos), considerando seu baixo custo e a consonância de sua capacidade de atendimento com as características do território nacional (80% dos municípios brasileiros têm menos de 20 mil habitantes).
A construção de um bloco político e de sujeitos para assegurar o direito à saúde se fez fundamental no processo da Reforma Sanitária e criação do SUS, porém não mais é preponderante no cenário atual, dadas as novas formas de relações (polarização política, comunicação por mídias sociais etc.)
Para reordenamento dos modelos da área hospitalar e das especialidades, seria pertinente e importante aplicar diretrizes da atenção primária de saúde em ambulatórios (equipes interprofissionais de referência e de apoio matricial; responsabilidade de equipes por coortes de pacientes; ampliação de cenários de práticas, dentre outros).
Considerando a descentralização em saúde e a constituição de Redes de Atenção à Saúde, as Regiões de Saúde devem responsabilizar-se exclusivamente por ações de negociação e planejamento, deixando para outras instâncias ações de gestão das Redes.