

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Hugo, um homem de 34 anos, está em acompanhamento num serviço de saúde mental – CAPS – de seu município devido ao seu uso abusivo de bebida alcoólica. Ele encontra-se em situação de rua, sem vínculos familiares. Após determinado período de tratamento sem melhora de sua condição, considerando o agravamento de seu quadro clínico e psiquiátrico, a avaliação da equipe multiprofissional que o acompanha indicou a necessidade de uma internação psiquiátrica. Todavia, Hugo recursa a internar-se voluntariamente.
Neste caso, quais as ações possíveis para a equipe de saúde, considerando a indicação da mesma da internação psiquiátrica, considerando a lei 10.2016/01.
Realizar a internação involuntária de Hugo, que poderá ser realizada por profissional médico.
Realizar a internação involuntária de Hugo, que poderá ser realizada pelo psicólogo da equipe multiprofissional que o acompanha.
Realizar a internação compulsória de Hugo, que demanda apenas a indicação do médico do CAPS.
Não seria possível a internação psiquiátrica de Hugo, dada sua negativa. As opções seriam a continuidade do acompanhamento em CAPS ou tratamento psiquiátrico ambulatorial.
Não seria possível a internação psiquiátrica de Hugo, dada sua negativa. Contudo, a internação involuntária em comunidade terapêutica poderia atender as necessidades observadas.