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Visando superar os fatores limitadores para a efetiva implementação da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), o Ministério da Saúde iniciou, em 2017, o processo denominado de “A retomada da PNEPS”, com a intenção de recolocar o tema da Educação Permanente em Saúde na agenda das políticas públicas do país.
A partir dessa iniciativa, Silva e Scherer (2020) realizaram um estudo que deu voz a atores que promovem a PNEPS, no intuito de compreender os fatores intervenientes em sua implementação, o qual concluiu que:
O principal fator favorável é o Programa para o Fortalecimento das Práticas de Educação Permanente em Saúde no SUS (PRO EPS-SUS).
Um dos fatores desfavoráveis é o baixo e descontínuo envolvimento dos trabalhadores que articulam a Educação Permanente em Saúde em seus territórios de atuação.
Um aspecto facilitador é a centralização nacional das decisões que permite a cada locorregião atuar de modo sincronizado na solução de necessidades comuns.
Um aspecto desfavorável é o excesso de monitoramento e de avalições das ações de Educação Permanente em Saúde, que terminam por constranger a inovação e a criatividade.