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Em casos suspeitos de difteria, a medida terapêutica eficaz é a administração do soro antidiftérico (SAD), cuja finalidade é inativar a toxina circulante o mais rápido possível. A administração do SAD possibilita a circulação de anticorpos em quantidade suficiente para neutralizar a toxina produzida pelos bacilos.
Sobre o soro antidiftérico (SAD), é correto afirmar:
A proteção conferida pelo SAD é de longa duração (em média, dez anos).
A administração do SAD deve ser feita, preferencialmente, por via intramuscular, sem diluição e em dose única.
As doses do SAD não dependem do peso e da idade do paciente, e sim da gravidade e do tempo da doença.
O SAD tem origem homóloga, por isso é rara a possibilidade desse produto causar complicações graves, tais como o choque anafilático e a doença do soro.
É importante realizar previamente o teste de sensibilidade cutâneo, que tem um valor preditivo alto para prever manifestações de hipersensibilidade imediata pelo SAD.


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