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O controle social do Sistema Único de Saúde (SUS) é garantido pela participação de usuários, trabalhadores de saúde e gestores nos Conselhos de Saúde, conforme preconizado na Lei nº 8.142/1990. Essa composição paritária busca equilibrar os diferentes interesses e promover decisões mais democráticas nas políticas públicas de saúde. No entanto, a paridade nos Conselhos nem sempre se traduz em participação efetiva, pois existem fatores que podem interferir na dinâmica das reuniões e na influência de cada grupo. É uma das principais barreiras à efetiva atuação dos representantes dos usuários nos Conselhos:
Concentração do poder decisório nas mãos dos gestores.
Falta de tempo para a realização de reuniões frequentes.
Ausência de formação técnica específica dos conselheiros.
Dependência financeira dos conselhos em relação ao governo.