No contexto do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro, uma equipe multiprofissional de saúde da família atua em uma região de alta vulnerabilidade social, onde há prevalência significativa de transtornos da comunicação em crianças em idade escolar, particularmente disfonia e atrasos na aquisição da linguagem. Considerando a política nacional de atenção básica à saúde e a integração de práticas interdisciplinares para a promoção da saúde, avaliação, prevenção e reabilitação dos transtornos da comunicação, qual das seguintes estratégias é considerada mais eficaz para o fonoaudiólogo integrante dessa equipe?
Priorizar atendimentos individuais em consultório, focando na reabilitação da fala sem interação com outros profissionais da saúde.
Implementar oficinas de capacitação para professores e pais sobre estratégias de comunicação e identificação precoce de transtornos da fala, em parceria com pedagogos e psicólogos.
Limitar a atuação fonoaudiológica ao encaminhamento para especialistas em casos severos, concentrando esforços em campanhas de conscientização geral.
Focar exclusivamente em intervenções terapêuticas intensivas para crianças diagnosticadas, sem envolver a comunidade ou profissionais de educação no processo.