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Em uma capacitação com várias equipes de saúde que atuavam em diferentes áreas, foi discutido o uso das tecnologias em saúde no cotidiano assistencial e nas ações de promoção e prevenção. Nesse sentido, com base na classificação de Merhy (2002), é correto afirmar que:
tecnologias leves estão relacionais à interação humana, como acolhimento, vínculo, comunicação e gestão de processos de trabalho;
as tecnologias duras são as únicas capazes de produzir impacto real na saúde dos usuários, pois são baseadas em evidências e possuem respaldo científico;
a principal diferença entre as tecnologias leve-duras e duras é que as primeiras não exigem nenhum conhecimento técnico, apenas habilidades sociais dos profissionais;
tecnologias leves e duras são semelhantes, pois ambas envolvem estruturas organizacionais e equipamentos que garantem a qualidade técnica do atendimento;
tecnologias leves-duras referem-se aos equipamentos utilizados nos serviços de saúde, como tomógrafos e respiradores, sendo essenciais para o diagnóstico.