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A ampliação das ações voltadas às doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) — como hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus — exige das equipes de Atenção Primária à Saúde (APS) uma abordagem integrada entre vigilância, cuidado continuado e gestão do território.
No âmbito da Estratégia Saúde da Família, o Agente Comunitário de Saúde (ACS) é responsável por atuar na promoção do autocuidado, no monitoramento de fatores de risco e na articulação comunitária para o manejo das condições crônicas.
Considerando as diretrizes da PNAB e os fundamentos do cuidado às doenças prevalentes, assinale a alternativa INCORRETA.
O acompanhamento longitudinal dos portadores de hipertensão e diabetes deve ser orientado por critérios de risco e vulnerabilidade, articulando ações clínicas e comunitárias no território adscrito.
A atuação do ACS é essencial na vigilância em saúde, contribuindo para a detecção precoce de agravos e o fortalecimento da corresponsabilização dos usuários pelo tratamento.
A vigilância das condições crônicas envolve não apenas o registro clínico individual, mas também o monitoramento epidemiológico das populações adscritas e a identificação de determinantes sociais associados.
O ACS pode participar da definição de condutas terapêuticas junto à equipe multiprofissional, desde que o processo de cuidado seja pactuado coletivamente e respaldado por protocolos institucionais.
A educação em saúde para usuários com doenças crônicas deve ser contínua, baseada em abordagens dialogadas e na valorização do saber popular, visando o empoderamento comunitário.