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Um médico atuando na Estratégia Saúde da Família do município atende uma mulher de 32 anos com queixa e corrimento vaginal persistente há duas semanas. A paciente relata que já utilizou, por conta própria, um tratamento anteriormente prescrito, sem sucesso. Ela também menciona que sua parceira sexual apresenta sintomas semelhantes. Após o exame clínico e a coleta de exames complementares, o médico institui o tratamento adequado.
Considerando as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) e os princípios da integralidade e resolutividade da atenção, a conduta mais apropriada é
orientar a paciente sobre o esquema terapêutico prescrito, verificar sua compreensão e reforçar a necessidade de retorno caso os sintomas persistam.
notificar o caso à vigilância epidemiológica (Sistema de Informação de Agravavos de Notificação – SINAN) e aguardar os resultados laboratoriais antes de discutir condutas adicionais.
articular com a equipe de saúde para garantir a abordagem da parceira, o acompanhamento do casal e a orientação sobre medidas preventivas.
encaminhar a paciente ao serviço de infectologia, priorizando a avaliação especializada em função do histórico de automedicação.
recomendar, além da necessidade do tratamento medicamentoso prescrito, abstinência sexual até o desaparecimento dos sintomas.