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Em território com alta incidência de ISTs entre adolescentes, o Educador Social, em parceria com equipe de saúde, planeja ações de educação em saúde no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) e em espaços comunitários. A preocupação é evitar abordagens moralizantes, punitivas e fragmentadas.
A proposta está mais alinhada a uma concepção crítica de educação em saúde quando:
Limita-se à distribuição de panfletos explicativos e realização de palestras pontuais, sem espaços de fala, escuta e problematização das experiências dos adolescentes participantes.
Centra-se em discursos de medo, destacando riscos e consequências negativas associadas a comportamentos sexuais considerados inadequados pelos profissionais de saúde.
Considera suficiente a exibição de vídeos instrutivos, dispensando participação ativa, diálogo e problematização de dúvidas e experiências dos adolescentes.
Articula informações sobre prevenção e cuidado a discussões sobre gênero, sexualidade, direitos reprodutivos e acesso a serviços, valorizando protagonismo juvenil, diálogo e intersetorialidade.
Trata o tema como questão individual desvinculada de condições sociais, relações de poder, desigualdades de gênero e políticas públicas de saúde.