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Sistemas de Informação em Saúde (SIS) são instrumentos que, por meio do processamento de dados coletados em serviços de saúde e outros locais, dão suporte à produção de informações para a melhor compreensão dos problemas e tomada de decisão no âmbito das políticas e do cuidado em saúde. Sobre o tema, a alternativa correta é:
o sistema de informações sobre mortalidade coleta, transmite e dissemina dados gerados rotineiramente pelo sistema de vigilância epidemiológica, nas três esferas de governo;
o sistema de informações em saúde da atenção básica e o e-SUS é uma estratégia que faz referência ao processo de informatização qualificada do SUS em busca de um SUS eletrônico;
o sistema de pactuação dos indicadores traz informações sobre os indicadores de mortalidade, permitindo o registro de metas pactuadas pelos municípios;
o sistema de informações sobre orçamentos públicos em saúde coleta, armazena e analisa as informações de gestão do trabalho para formulação de políticas de gestão;
o sistema do cadastro nacional de estabelecimentos de saúde registra apenas as equipes de saúde da família e de agentes comunitários de saúde.
Para garantir o acesso de todo cidadão às ações disponibilizadas nas unidades básicas de saúde (UBS) do SUS é fundamental manter a população informada sobre os principais aspectos do funcionamento das mesmas. Para tanto, recomenda-se a fixação em local visível, próximo à entrada da UBS, de informações tais como:
detalhamento das escalas de atendimento de cada equipe de saúde e relação dos medicamentos disponíveis na farmácia.
relação dos serviços disponíveis e detalhamento das escalas de atendimento de cada equipe de saúde.
relação dos medicamentos disponíveis na farmácia e horário das reuniões de equipe.
horário das reuniões de equipe e relação dos serviços disponíveis.
Os dados de teleconsulta no e-SUS APS, com Prontuário Eletrônico do Cidadão, devem ser registrados utilizando:
a lista de atendimentos
o registro tardio
a busca ativa
os relatórios
No setor da saúde, a informação auxilia no conhecimento sobre as condições de saúde, mortalidade e morbidade, fatores de risco, condições demográficas, entre outras (ROUQUAYROL; ALMEIDA FILHO, 2006).
Sobre a informação e os sistemas de informação em saúde, assinale a alternativa CORRETA.
As informações são a base para gerar dados.
A informação é um importante recurso para subsidiar o processo de tomada de decisão, planejamento, execução e avaliação das ações desencadeadas.
O Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) só produz informações sobre mortalidade.
A Declaração de Óbito (DO) é utilizada em todo o território nacional, como documento base do Sistema de Informações Hospitalares (SIH).
O Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) tem o objetivo de coletar dados sobre as doenças em todo o território nacional e fornecer informações sobre o adoecimento da população brasileira.
Em termos gerais, os indicadores são medidas-síntese que contêm informação relevante sobre determinados atributos e dimensões do estado de saúde, bem como do desempenho do sistema de saúde. Vistos em conjunto, devem refletir a situação sanitária de uma população e servir para a vigilância das condições de saúde. (Opas, 2008)
Em relação ao indicador “Taxa bruta de mortalidade”, é incorreto afirmar que:
As taxas brutas de mortalidade padronizadas permitem a comparação temporal e entre regiões.
O uso de dados de mortalidade derivados de sistemas de registro contínuo está condicionado a correções, devido à subenumeração de óbitos, frequente em áreas menos desenvolvidas.
A taxa bruta de mortalidade não é influenciada pela estrutura da população quanto à idade e ao sexo.
Contribui para estimar o componente migratório da variação demográfica, correlacionando-se o crescimento vegetativo com o crescimento total da população.
Assinale a opção que melhor caracteriza o e-SUS Atenção Básica (e-SUS AB).
Trata-se de um novo conjunto de fichas de notificação e acompanhamento da Atenção Básica que nada se parece com as antigas fichas.
É uma estratégia do Departamento de Atenção Básica para reestruturar as informações da Atenção Básica em nível nacional.
Trata-se somente da informatização dos prontuários familiares da Atenção Básica.
Deve ser preenchido exclusivamente pelos profissionais médicos e enfermeiros da Atenção Básica.
Restringe-se às fichas de atendimento ambulatorial.
A água pode apresentar riscos à saúde humana, o que torna necessários alguns cuidados para que esses riscos sejam reduzidos. A respeito desse assunto, é CORRETO afirmar que:
O cloro é pouco utilizado na desinfecção da água, pois, mesmo em pequenas concentrações, é nocivo ao homem.
No meio rural, todas as águas do esgoto doméstico devem ser aproveitadas para a irrigação de hortaliças, evitando-se, assim, o desperdício.
A água contaminada é uma possível causa de doenças como enterite, diarréia, cólera, febre tifóide e tuberculose.
Amebíase e giardíase são doenças que podem ser prevenidas realizando-se controle da qualidade da água para o consumo humano e a higiene dos alimentos.
Uma pesquisa conduzida pela Confederação Nacional das Indústrias – CNI e Ibope apresenta como principais resultados sobre a situação da saúde pública no Brasil e o acesso aos serviços de saúde os seguintes dados:
• 24% da população brasileira possui plano de saúde ou convênio;
• 68% (algo em torno de 130 milhões) dos brasileiros têm a rede pública como único ou principal fornecedor de serviços de saúde;
• 91% dos entrevistados que utilizam somente ou principalmente o serviço privado possuem plano de saúde ou convênio;
• apenas 1% dos entrevistados que utilizam somente ou principalmente o serviço público têm plano de saúde ou convênio.
Considerando-se este panorama, as políticas e ações para melhorarem o sistema público de saúde no País devem
destinar mais recursos para o setor privado mediante a criação de novos impostos.
diminuir os gastos com salários dos médicos.
deixar de oferecer serviços de saúde gratuitos a toda população.
considerar que as políticas preventivas são mais importantes que a construção de hospitais para melhorar a saúde da população.
transferir a gestão dos hospitais públicos para o setor privado para melhorar o atendimento aos pacientes.
Uma estratégia coerente permite a associação do conhecimento acadêmico com o conhecimento e as necessidades dos serviços na área da informação e informática em saúde.
No Brasil, vem-se registrando aumento do número de consultas de pré-natal por mulher que realiza o parto no SUS, partindo de 1,2 consultas por parto em 1995 para 5,1 consultas por parto em 2003 (SAI-DATASUS e AIH-Datasus-2004) A atenção obstétrica e neonatal, prestada pelos serviços de saúde, deve ter como características essenciais a qualidade e a humanização. Estados e municípios, por meio das unidades integrantes de seu sistema de saúde, devem garantir atenção pré-natal e puerperal realizada em conformidade com os parâmetros estabelecidos a seguir:
I. Captação precoce das gestantes com realização da primeira consulta de pré-natal até 120 dias da gestação
II. Realização, de no mínimo, seis consultas de pré-natal, sendo, preferencialmente, duas no primeiro trimestre, uma no segundo trimestre e quatro no terceiro trimestre da gestação.
III. Atenção á mulher na primeira semana após o parto, com realização das ações da "primeira semana de saúde integral" e realização da consulta puerperal entre 30º e 42 º semanas pós parto.
Está(ao) correta(s) apenas a(s) alternativa(s):
II
I e III
I
I, II e III
Todas estão incorretas