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Uma empresa está avaliando sua estrutura de capital e estratégias para maximizar o valor para os acionistas. Considerando os ciclos de mercado e as condições internas da empresa, ela tem a opção de emitir dívida, emitir novas ações ou utilizar lucros retidos para financiar um novo projeto de expansão.
Com base nas teorias de estrutura de capital, a estratégia mais consistente com a maximização do valor do acionista, considerando uma perspectiva de longo prazo, é:
priorizar o uso de lucros retidos, de acordo com a teoria de pecking order, evitando o custo de emissão de novas ações ou dívida e a assimetria informacional, e ajustando a estratégia com base nas condições internas e de mercado;
aumentar a dívida independentemente das condições de mercado e das taxas de juros, pois, segundo a teoria do trade-off, a dedutibilidade fiscal dos juros maximiza o valor do acionista, sem provocar risco de insolvência e custos de agência;
emitir novas ações durante um mercado bullish, apesar dos potenciais custos de agência e sinalização negativa, assumindo que não há risco de a capitalização sobre as avaliações elevadas não compensar esses custos a longo prazo;
seguir uma abordagem inflexível de nunca emitir dívida ou ações, independentemente das condições de mercado, para evitar um potencial impacto negativo na percepção dos investidores sobre a empresa;
adotar uma política de dividendos agressiva, distribuindo a maior parte dos lucros aos acionistas, independentemente das necessidades de financiamento do novo projeto, para aumentar o preço das ações no curto prazo.


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