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As medidas de risco e as estratégias de hedge desempenham papéis fundamentais na gestão de carteiras de investimentos e na mitigação de riscos associados a movimentos adversos do mercado.
Desse modo, é correto afirmar que:
o Value at Risk (VaR) e o Expected Shortfall (ES) calculam a perda máxima esperada com base na distribuição normal padrão, mas o ES amplia a análise, pois considera como ajuste as variações na volatilidade implícita das opções constantes na carteira;
uma estratégia de hedge delta-gama só é aplicável a carteiras que contêm exclusivamente opções de venda (puts), pois as opções de compra (calls) são naturalmente protegidas contra mudanças no preço do ativo subjacente (delta dinâmico);
testes de estresse são considerados redundantes quando o backtesting do VaR mostra resultados consistentemente precisos, pois esse resultado indica que a estratégia de hedge e as medidas de risco são inerentemente robustas sob todas as condições de mercado;
estratégias de hedge que utilizam opções devem ser ajustadas em resposta a mudanças na volatilidade implícita, pois ela afeta diretamente o prêmio das opções e pode sinalizar uma alteração na expectativa de mercado quanto à volatilidade futura do ativo subjacente;
implementar um hedge delta-gama é menos eficaz do que estratégias de hedge baseadas unicamente no delta, pois, para zerar o gama de uma carteira, aumenta-se desnecessariamente a complexidade da estratégia, sem oferecer benefícios tangíveis em termos de redução de risco, já que o gama é uma variação de segunda ordem.


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