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Considere duas séries temporais 𝑦𝑡 e 𝑥𝑡 , ambas integradas de ordem 1, isto é, 𝑦𝑡 ∼ 𝐼(1) e 𝑥𝑡 ∼ 𝐼(1). Suponha que exista a relação de longo prazo
𝑢t = 𝑦𝑡 − 𝛽𝑥𝑡
e que 𝑢𝑡 ∼ 𝐼(0).
Com base nesses elementos, analise as afirmativas a seguir.
I. A estacionariedade de 𝑢𝑡 implica que 𝑦𝑡 e 𝑥𝑡 são cointegradas, de modo que existe uma relação de equilíbrio de longo prazo entre elas.
II. Se 𝑦𝑡 e 𝑥𝑡 são cointegradas, então a estimação de um modelo apenas em primeiras diferenças é sempre preferível, porque preserva tanto a dinâmica de curto prazo quanto a informação de longo prazo.
III. Em um mecanismo de correção de erros para Δ𝑦𝑡 , o coeficiente do termo 𝑢𝑡−1 deve ser estatisticamente diferente de zero para que se conclua que 𝑦𝑡 reage a desvios do equilíbrio de longo prazo.
IV. Se o coeficiente do termo de correção de erros for negativo e significativo na equação de Δ𝑦𝑡 , isso indica que desvios positivos em relação ao equilíbrio no período anterior tendem a ser parcialmente corrigidos no período corrente.
Estão corretas apenas as afirmativas
I e II.
II, III e IV.
II e III.
I e IV.
I, III e IV.
Na presença de raiz unitária, o cálculo do modelo de regressão com as variáveis em nível apresenta o problema de regressão espúria.
Certo
Errado
No que se refere às propriedades do Método dos Mínimos Quadrados Ordinário, assinale a alternativa INCORRETA:
O Método dos Mínimos Quadrados Ordinários assume que a relação entre duas ou mais variáveis pode ser adequadamente modelada por meio da função 𝑦𝑖 = 𝛼 +𝛽𝑥𝑖 +𝜀𝑖.
A variância dos erros (σ2) é constante (homocedástico) e a autocorrelação entre erros é zero.
Os erros são distribuídos normalmente com média igual a zero e desvio-padrão igual a σ, ou seja, 𝜀~𝑁(0, σ).
O número de observações deve ser menor que o número de parâmetros a serem estimados, pois estão sendo tomados, nas operações algébricas, os graus de liberdade.
A covariância dos erros com as variáveis exógenas é zero.
Duas variáveis aleatórias X e Y são independentes. Sendo E0 a esperança, V0 o operador variância e ρ o coeficiente de correlação, podemos concluir a respeito de X e Y todas as alternativas a seguir, exceto:
P(X ∩ Y) =P(X)*P(Y).
V(X + Y) = V(X) + V(Y).
P(X | Y)=P(X).
E(X*Y)=E(X)*E(Y).
ρ =−1
Há duas maneiras de tomarmos uma decisão incorreta, erro do tipo I e erro do tipo II, quando rejeitamos, ou não, uma hipótese nula. A respeito do erro do tipo I, pode-se dizer que:
só ocorre em testes unilaterais
o erro tipo I ocorre quando não rejeitamos a hipótese nula
a probabilidade do erro tipo I é o nível de significância do teste
a probabilidade é igual ao erro do tipo II. Por isso, não há dilema na escolha entre os dois tipos de erro