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Ao longo dos últimos anos, observou-se, entre os países desenvolvidos, uma forte convergência nas taxas naturais de desemprego.

desde que não haja choques de oferta e que a taxa de desemprego esteja muito próxima da taxa natural, a inflação tende a desaparecer por si mesma por não ter qualquer componente inercial.
a taxa de inflação está correlacionada positivamente com a taxa de desemprego e negativamente com a inflação esperada pelos agentes econômicos.
se os agentes econômicos tiverem expectativas racio- nais, o Governo terá êxito em reduzir rapidamente a in- flação anunciando medidas de política monetária e/ou política fiscal restritivas da demanda agregada, desde que os agentes se convençam de que tais medidas serão realmente implementadas.
a taxa de inflação tende a diminuir quanto mais próxima a taxa de desemprego estiver de sua taxa natural.
a taxa de inflação será sempre constante, qualquer que seja o desemprego cíclico e mesmo na presença de choques de oferta.
Com base no modelo de Phelps-Friedman, é correto afirmar que, no longo prazo, a curva de Phillips é menos inclinada que no curto prazo, o que permite determinar a taxa natural de desemprego ou a taxa de desemprego não-aceleradora da inflação.
De acordo com a "Curva de Phillips" de curto prazo, para um dado estado de expectativa dos agentes econômicos e na ausência de choques de oferta, uma redução da taxa de inflação deverá ser acompanhada por uma:
Considere a seguinte equação, também conhecida como curva de Philips:
p
= pe - g(m - m*) + e ondep
= taxa de inflação;p
e = taxa de inflação esperada;m
= taxa de desemprego;m
* = taxa natural de desemprego;e
= choques de oferta;y>0.
Com base nesta equação, é correto afirmar que:o modelo trabalha com expectativas racionais.
mesmo que a expectativa de inflação seja zero e que a taxa de desemprego esteja em sua taxa natural, pode-se ter deflação.
na hipótese de expectativas racionais, não há possibilidade de deflação.
para que ocorra inflação inercial, pe deverá ser zero.
o modelo trabalha com a hipótese de expectativas estáticas.
Podemos representar a curva de Phillips a partir da seguinte equação:

é possível construir um modelo de inflação inercial. Neste caso, mesmo que o desemprego esteja em sua taxa natural e não haja choques de oferta, ainda assim pode-se prever um processo inflacionário no modelo
se b e e forem nulos, não é possível cons-truir um modelo de inflação com a equação em questão
a inflação somente poderá ser explicada pelo desemprego cíclico
a inflação somente será explicada a partir da expectativa acerca do comportamento dos preços futuros e da possibilidade de existência de choques exógenos
a inflação será sempre constante, mesmo com desemprego cíclico e com choques de oferta
Imagine que o processo de formação de expectativas dos agentes econômicos com relação à taxa de inflação no período t seja caracterizado pela equação, onde representa a taxa de inflação do período anterior, representa a taxa de inflação esperada para o período atual e representa o parâmetro de formação de expectativas. Considere uma formulação da Curva de Phillips dada pela equação, onde representa a taxa de desemprego no período atual e um parâmetro. As versões original e aceleracionista da Curva de Phillips podem ser obtidas a partir da formulação acima quando o parâmetro assume, respectivamente, os valores