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Com relação às principais teorias monetárias e aos resultados da política monetária sobre variáveis da economia, assinale a opção correta.
Na curva de Phillips de Milton Friedman, que introduz o conceito de taxa natural de desemprego, uma maior inflação resulta da pressão que os trabalhadores fazem por maiores salários em face do incremento do emprego.
O principal resultado da curva de Phillips de Milton Friedman foi estabelecer a proposição de plena neutralidade da política monetária.
De acordo com a teoria quantitativa da moeda, cujos adeptos consideram essencialmente os resultados de curto prazo da economia, a elevação da oferta de moeda ocorre na mesma proporção do aumento do nível geral de preços.
Consoante a análise da curva de Phillips de Milton Friedman, os agentes possuem expectativas racionais.
Segundo a teoria quantitativa, a moeda deve ser sempre neutra.
Sobre as divergências entre keynesianos e monetaristas a respeito da curva de Phillips, analise as assertivas abaixo.
I. Há divergência entre keynesianos e monetaristas sobre o formato da curva tanto na sua interpretação do curto quanto na do longo prazo.
II. No modelo keynesiano, no curto prazo, a curva de Phillips tem inclinação negativa.
III. A tese de que há um trade off entre inflação e desemprego não é aceita pelos keynesianos.
É correto o que se afirma em
De acordo com a curva de Phillips, quanto maior a demanda agregada por bens e serviços, maior será a produção de uma economia e, consequentemente, maior será o nível de preços.
Na curva de Phillips com expectativas adaptativas, a inflação reage aos desvios da taxa efetiva de desemprego em relação à taxa natural de desemprego, aos choques de oferta e ao componente de inflação esperada.
Considere:
I. No modelo de curva de Phillips com expectativas adaptativas, o efeito de um choque exógeno de oferta sobre a taxa de inflação em um determinado ano é repassado para a inflação esperada futura.
II. Se o país não tiver restrição alguma ao movimento de capitais internacionais e adotar o regime de taxas flutuantes de câmbio, o efeito provável de uma política monetária expansiva será uma valorização da moeda nacional.
III. O efeito de uma âncora cambial sobre a taxa de inflação é diminuído em virtude da existência de bens não comercializáveis (non tradables) na economia.
IV. Para se obter de forma aproximada a variação da taxa de câmbio real brasileira, é necessário calcular a variação da taxa de câmbio nominal menos a diferença entre a taxa de inflação interna e a taxa de inflação externa.
Está correto o que se afirma APENAS em
I e II.
II e IV.
III e IV.
I, II e III.
I, III e IV.
Leia atentamente as informações abaixo a respeito dos ciclos e da curva de Phillips e assinale a alternativa correta.
I. Problemas expectacionais determinam os ciclos para novos clássicos e para os monetaristas.
II. Choques de produtividade explicam os ciclos para os adeptos da teoria dos ciclos reais.
III. Na curva de Phillips expandida pelas expectativas poderá haver inflação positiva mesmo quando o produto corrente for menor que o produto potencial.
I, II e III são verdadeiras.
I, II e III são falsas.
I é verdadeira; II e III são falsas.
II é verdadeira; I e III são falsas.
III é verdadeira; I e II são falsas.
A representação gráfica que ilustra a relação negativa entre a taxa de inflação e a taxa de desemprego, no curto prazo, denomina- se Curva de:
Lorenz
Pareto
Phillips
Fischer
Friedman
Conforme a curva de Phillips aumentada de expectativas, se a taxa de inflação é igual à taxa de inflação esperada, o desemprego é nulo.

aumento da taxa natural de desemprego
aumento da taxa de inflação permanente
aumento das exportações
política fiscal expansiva
mudança na formação das expectativas inflacionárias
Segundo a curva de Phillips, no curto prazo, a inflação e a taxa de desemprego estão relacionadas positivamente.
Certo
Errado
Em relação à inflação e ao desemprego, assinale a alternativa correta.
Uma das condições econômicas que podem fazer com que uma economia experimente uma inflação é a elevação da quantidade de mercadorias que os compradores desejam adquirir aos níveis de preços existentes.
A elevação da quantidade de mercadorias compradas numa economia e a eliminação ou compensação do aumento da produtividade do trabalho são incoerentes como políticas alternativas quando a produtividade incrementada causa o desemprego.
Elevações na produtividade da força de trabalho numa economia são suficientes para assegurar um nível mais alto de produção de bens, evitando, assim, a ocorrência do desemprego mesmo quando a Demanda Agregada na economia não for suficientemente incrementada.
Como condição econômica, custos de produção mais elevados – além de não serem causados por aumento dos salários, impostos, taxas de juros e outros componentes de custos – são incapazes de causar tanto inflação como desemprego em uma economia.
Na curva de Phillips ampliada pelas expectativas, se a expectativa de inflação pelos agentes econômicos for formada de acordo com as premissas do modelo de expectativas adaptativas,
choques adversos de oferta, tudo o mais constante, não afetarão a expectativa de inflação.
a inflação esperada pelos agentes econômicos será baseada em toda a informação disponível no momento presente, em vez de ser influenciada pela taxa de inflação do período anterior.
quanto menor for a taxa de inflação, menor será o nível de desemprego.
o aumento anunciado de gastos do governo sem a devida compensação por meio de um aumento de tributos, tudo o mais constante, não influenciará a expectativa da inflação.
existe trade-off entre a taxa de inflação e a taxa de desemprego apenas no curto prazo.

não há qualquer trade off entre inflação e desemprego no curto prazo.
β deve ser um parâmetro negativo.
a taxa de inflação passada determina a taxa de inflação presente.
choques de oferta não produzem inflação.
processos inflacionários só podem ser causados por excesso de demanda.
O gráfico da curva de Phillips de longo prazo, com a taxa de desemprego na abscissa e a taxa de inflação na ordenada, é vertical porque a
produção responde às flutuações da demanda agregada.
expectativa de inflação tende a igualar a inflação, a longo prazo.
demanda agregada na economia não varia.
inflação no longo prazo tende a ser declinante.
taxa natural de desemprego varia com a demanda agregada.
De acordo com a curva de Phillips reconstruída, e dados os preços esperados, é correto afirmar que baixo índice de desemprego acarreta redução de salários; essa redução, por sua vez, provoca redução de preços, comparativamente aos preços do ano anterior. Essa cadeia de fatos constitui o mecanismo denominado espiral de preços e salários, que, ao seu final, diminui a inflação.
Na versão aceleracionista da curva da Philips, incorpora-se a expectativa dos agentes em relação à inflação esperada.
Um aumento da taxa de juros doméstica, em uma economia aberta, tende a reduzir a
demanda por moeda e por quase-moedas que não paguem juros aos seus detentores.
lucratividade dos bancos que captem muitos depósitos à vista.
entrada de capitais financeiros externos.
taxa de desemprego no mercado de trabalho.
valorização cambial da moeda nacional em relação à estrangeira.
Assinalando o item certo abaixo, pode-se dizer que a chamada curva de Phillips, em curto prazo, mostra uma relação:
inversa entre a taxa de inflação de demanda e a taxa de inflação de oferta; e, em função da inclinação desta curva, quanto maior a taxa de inflação de demanda, menor tende a ser a taxa de inflação de oferta.
direta entre a taxa de inflação inercial e a taxa de inflação de demanda; e, dada a inclinação desta curva, quanto maior a taxa de inflação inercial, maior tende a ser a taxa de inflação de demanda.
direta entre a taxa de inflação e a taxa de desemprego; e, em função da inclinação desta curva, quanto maior a taxa de inflação, maior tenderá a ser a taxa de desemprego.
direta entre a taxa de inflação inercial e a taxa de inflação de oferta; e, dada a inclinação desta curva, quanto menor a taxa de inflação inercial, menor tenderá a ser a taxa de inflação de oferta.
inversa entre a taxa de inflação e a taxa de desemprego; e, em função da inclinação desta curva, quanto maior a taxa de inflação, menor tende a ser a taxa de desemprego.
No que se refere ao estudo da macroeconomia, os economistas sempre buscam saber, por exemplo, como os fenômenos econômicos são constituídos e como eles se relacionam entre si. É o caso da chamada curva de Phillips. Esta surge no final dos anos de 1950 e torna-se a partir de então um dos principais instrumentos da tomada de decisão de políticas macroeconômicas. Nesse sentido, numa análise de curto prazo, a curva de Phillips mostra uma relação:
inversa entre a taxa de inflação de demanda e a taxa de inflação de custos.
inversa entre a taxa de inflação e a taxa de desemprego.
direta entre a taxa de inflação e a taxa de desemprego.
direta entre a taxa de inflação de custos e a taxa de inflação inercial.
direta entre a taxa de inflação inercial e a taxa de inflação de demanda.