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A respeito da curva de Phillips, considere as afirmativas a seguir:
I. Ela explicita o trade-off entre inflação e desemprego.
II. Ela representa combinações de inflação e desemprego que surgem no curto prazo à medida que deslocamentos da curva de demanda agregada movem a economia ao longo da curva de oferta de curto prazo.
III. Ela mostra que, a longo prazo, não há trade-off entre inflação e desemprego.
Assinale:
se apenas a afirmativa I estiver correta.
se apenas a afirmativa II estiver correta.
se apenas as afirmativas I e II estiverem corretas.
se apenas as afirmativas II e III estiverem corretas.
se todas as afirmativas estiverem corretas.
O gráfico abaixo mostra duas curvas de Phillips, uma de longo prazo e outra de curto prazo.

Pela análise do gráfico é INCORRETO afirmar que
AB é uma curva de Phillips de curto prazo.
u* é a taxa natural de desemprego da economia.
há um trade-off de curto prazo, não permanente, entre a inflação e o desemprego.
as expectativas de inflação coincidem com a inflação que efetivamente se realiza, ao longo de AB.
não há trade-off de longo prazo entre a inflação e o desemprego.
A hipótese de que os agentes econômicos tomam suas decisões com base em expectativas racionais é incompatível com a existência de uma curva de Phillips vertical.
A curva de Phillips mostra as combinações de inflação e desemprego que surgem dos deslocamentos da demanda agregada ao longo da oferta agregada.
No longo prazo, a curva de Phillips é vertical.
Considere a seguinte economia imaginária:
consumo pessoal = R$ 700,
consumo do governo = R$ 210,
variação de estoques = R$ 50,
exportações = R$ 200,
importações = R$ 150,
renda líquida enviada ao exterior (RLEE) = R$ 30,
impostos indiretos = R$ 220, s
ubsídios = R$ 40,
depreciação = R$ 60,
salários = R$ 600,
aluguéis = R$ 200,
juros = R$ 100,
lucros = R$ 200.
Nessas condições, é correto afirmar que, para essa economia, o PIBCF é de R$ 1.160 e o PNLPM é de R$ 1.250.
A partir da década de 1990, vários países passaram a utilizar o chamado regime de metas de inflação (inflation target), dentre eles, o Brasil (em julho de 1999 por meio da Resolução nº 2.615 do Conselho Monetário Nacional). Especificamente no caso do nosso país, este regime passou a ser uma regra para a política monetária, sendo que as autoridades monetárias se comprometem a cumprir metas de inflação estabelecidas para o ano corrente e próximo. Com efeito, no caso do Banco Central do Brasil, este utiliza-se de vários instrumentos em sua análise para fixar as metas de inflação. O modelo básico para fazer esta análise inclui:
uma curva de Phillips (com equação de previsão de inflação), uma curva IS (com objetivo de encontrar o hiato do produto), a variação do câmbio nominal (pois o câmbio é uma variável explicativa para a inflação) e a avaliação do prêmio risco (que influencia os fluxos de capitais e o próprio câmbio).
uma curva de Phillips (com equação de previsão de inflação), uma curva LM (com o objetivo de encontrar o hiato do produto), a variação do câmbio real (pois o câmbio é uma variável endógena para a inflação) e um modelo de crescimento de Harrod-Domar (com o objetivo de analisar o imposto inflacionário).
a variação do câmbio nominal (pois o câmbio é uma variável explicativa para a inflação), uma curva LM (com o objetivo de encontrar o hiato do produto), um modelo de crescimento de Harrod-Domar (com o objetivo de analisar o imposto inflacionário) e uma curva IS (tendo como finalidade encontrar o nível correto da base monetária).
a variação do câmbio real (pois o câmbio é uma variável exógena para a inflação), uma curva IS (com o objetivo de encontrar o hiato do produto), a avaliação do prêmio risco (que influencia os fluxos de capitais e, próprio câmbio e as exportações) e um modelo de crescimento de Harrod-Domar (com a finalidade de analisar a expectativa do imposto inflacionário).
uma curva de Phillips (com equação de previsão de inflação), uma curva IS e uma curva LM (onde a utilização de ambas tem como objetivo encontrar o hiato do produto), as variações do câmbio nominal e real (pois tais variações explicam a inflação) e a avaliação do prêmio risco (que influencia os fluxos de capitais e as exportações).

Sobre tipos e teorias da inflação, é correto afirmar:
A Curva de Phillips expressa uma relação direta entre a taxa de inflação e a taxa de desemprego de um país.
A inflação inercial decorre de choques exógenos na oferta agregada da economia, tal como uma quebra de safra agrícola em virtude de condições climáticas desfavoráveis.
A inflação consiste em uma alta persistente de alguns dos preços da economia.
Uma política fiscal expansiva, tudo o mais permanecendo constante, tende a provocar uma inflação de demanda.
Um aumento real de salários dos trabalhadores no mesmo percentual do aumento em sua produtividade é uma das causas possíveis da inflação de custos.
No caso em que os agentes econômicos formam expectativas racionais para determinar seu comportamento,
a curva de Phillips de longo prazo, traçada no gráfico com a taxa de desemprego na abscissa e a inflação na ordenada, será vertical.
a política monetária não terá efeito nas variáveis reais da economia, se for inesperada, surpreendente.
as expectativas se formam, considerando somente a evolução passada da variável à que se referem.
as expectativas se formam independentemente do modelo econômico usado.
erros sistemáticos de expectativas persistirão, mesmo a longo prazo.
O termo “milagre econômico" justifica-se em razão de duas relações macroeconômicas bastante conhecidas, a saber:
A curva de Phillips e o “dilema” entre crescimento e equilíbrio externo
A curva de Phillips e a lei de Say
A lei de Say e a lei de Okun
A curva de Phillips e o princípio da demanda efetiva
A lei de Say e o efeito Oliveira-Tanzi
Analise as proposições abaixo:
I. A polêmica em torno da curva de Phillips versou sobre a suposição de que não existiria desemprego involuntário.
II. Durante algum tempo, os governos pensavam que tinham que escolher entre desemprego baixo e inflação alta ou inflação baixa e desemprego alto.
III. Como as pessoas ajustam, ao longo do tempo, suas expectativas sobre a inflação, essa opção conflitante entre inflação e desemprego só se sustentava no curto prazo.
Apenas a alternativa I está errada.
Todas as alternativas estão erradas.
Apenas a alternativa III está correta.
Apenas as alternativas I e III estão corretas.
Apenas a alternativa II está errada.
Pode-se dizer que a chamada curva de Phillips, em curto prazo, mostra uma relação:
inversa entre a taxa de inflação de demanda e a taxa de inflação de oferta;
direta entre a taxa de inflação inercial e a taxa de inflação de demanda;
direta entre a taxa de inflação e a taxa de desemprego;
direta entre a taxa de inflação inercial e a taxa de inflação de oferta;
inversa entre a taxa de inflação e a taxa de desemprego.
A teoria das expectativas racionais, de acordo com a qual os agentes econômicos antecipam corretamente a inflação, implica que tanto a curva de oferta agregada de curto e longo prazos, quanto a curva Phillips, são verticais.