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Assinale a alternativa correta.
O Modelo de Dois Hiatos oferece uma explicação adequada para a menor taxa de crescimento econômico que o Brasil deverá apresentar em 2011, comparativamente a 2010.
A participação do Brasil no Mercosul tem proporcionado expressivos ganhos comerciais em função da adoção do livre comércio e do câmbio fixo entre os países-membros.
O crescimento econômico, de acordo com o Modelo de Dois Hiatos, poderá ser limitado pela poupança interna e pela disponibilidade de divisas.
Os blocos econômicos, na atual fase de globalização da economia, adotam como principal estratégia de sobrevivência a criação de barreiras comerciais uns em relação aos outros.
As principais diretrizes do chamado Consenso de Washington tinham como arcabouço teórico uma estratégia de crescimento baseada exclusivamente no mercado interno, reforçando assim o protecionismo econômico.
Segundo a lei dos dispêndios crescentes, postulada por Adolf Wagner, em 1880, e válida até hoje, os gastos públicos têm uma tendência a representar parcelas cada vez maiores do produto interno bruto (PIB). A esse respeito, assinale a opção correta.
Para não sobrecarregar excessivamente a carga tributária, é importante que o aumento de gastos seja financiado com elevações da dívida.
Fatores demográficos e urbanização são os principais responsáveis pela validade da lei dos dispêndios crescentes no mundo moderno.
O aumento do PIB per capita permite aliviar as pressões sobre o crescimento dos dispêndios públicos.
O aumento da produtividade das economias em relação aos serviços privados tem contribuído para compensar a elevação global das despesas públicas.
Durante o período de governos contrários à intervenção governamental na economia, países como o Reino Unido e os Estados Unido da América conseguiram reduzir a participação dos gastos públicos no PIB.
Em um modelo macroeconômico Novo Clássico, com expectativas racionais, se a política monetária for igual à que era esperada pelos agentes econômicos, essa política
será eficaz, somente caso o câmbio seja flutuante.
será mais eficaz do que a política fiscal.
não terá efeitos sobre as variáveis econômicas reais.
aumentará a taxa de juros real da economia.
aumentará a produção e o emprego transitoriamente.
A respeito dos economistas que desenvolveram os modelos de ciclos reais para explicar as flutuações conjunturais da economia, pode-se afirmar que
I - diferem dos keynesianos por considerarem o ciclo de negócios como um fenômeno de equilíbrio de mercados;
II - diferem dos novos clássicos e dos keynesianos por enfatizarem as variações do lado da oferta como causas do ciclo econômico e não as mudanças da demanda agregada;
III - concordam com os novos clássicos ao modelarem o ciclo de negócios como um fenômeno de equilíbrio de mercado.
Está correto o que se afirma em
I, apenas.
III, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
No modelo macroeconômico clássico, as variações na oferta monetária, decorrentes da atuação do Banco Central, têm consequências, a curto prazo, apenas sobre o(a)
nível geral de preços.
produto real da economia.
utilização da capacidade ociosa.
taxa de desemprego.
taxa de câmbio.
A Equivalência Ricardiana é uma proposição sobre a(o)
necessidade de equilibrar o orçamento do setor público, evitando déficits ou superávits.
forma de financiamento do gasto público, sendo indiferente para os contribuintes o uso de impostos ou de endividamento.
vantagem comparativa similar de países com a mesma dotação de fatores de produção.
eficácia das políticas fiscal, monetária e cambial, quando as expectativas se formam racionalmente.
aumento do valor adicionado, no caso das exportações de produtos industrializados pelos países em desenvolvimento.
Os gestores de um fundo de investimentos do BB decidiram realizar uma operação com derivativos que consistia na compra de um lote de ações incluindo o pagamento de um prêmio que dá ao fundo o direito de vender esse lote em data futura, predeterminada e por preço certo.
Nesse caso, a denominação correta dessa operação é mercado
futuro.
de opções.
swap.
a termo.
de renda fixa.
Incluem-se entre os instrumentos de política macroeconômica: as políticas fiscais, que efetuam o controle sobre o investimento dos governos federados; as políticas monetárias, que dizem respeito ao controle do governo sobre a oferta de crédito, ou seja, sobre a quantidade de ativos financeiros em circulação no mercado; e as políticas de rendas, que se referem à participação do governo na formação da renda dos agentes econômicos.
O fato de que os idosos não "despoupam", como previsto pela hipótese do ciclo de vida, explica-se, em parte, pela incerteza referente à duração da vida e ao estado de saúde.
No Brasil, o esgotamento do modelo de Estado condutor do processo econômico e social, bem como a erosão da capacidade de prestação de serviços públicos, levou a um importante processo de privatização, no qual o Estado passou a assumir o papel de regulador da atividade econômica.
A ampliação da rede de proteção social, com a criação de programas como o Bolsa Família e o de Prevenção e Eliminação da Exploração do Trabalho Infantil (PETI) são fatores que explicam a queda na desigualdade de renda no Brasil entre 2001 e 2004.
Se a queda da confiança que grassa entre consumidores, decorrente da crise financeira internacional, elevar a poupança em detrimento do consumo, esse comportamento contribui para agravar a crise porque conduz à redução da demanda agregada e do emprego.
Sob regime de taxas de câmbio fixo, políticas fiscais expansionistas não são apropriadas para elevar a demanda agregada porque a acomodação monetária, implícita nesse tipo de regime, reforça o efeito deslocamento, restringindo, assim, os impactos dessas políticas sobre a produção e o emprego.