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Com base na teoria clássica do consumidor e considerando que x1 e x2 representam, respectivamente, os bens 1 e 2, assinale a opção correta.
Se a função utilidade for U(x1, x2) = x1 + 4x2, então os bens serão complementares.
Se a função utilidade for U(x1, x2) = x1 + 0,25x2 e a renda do consumidor for igual a w, com p1 = 1 e p2 = 2, em que pi é o preço do bem i, então o consumidor irá utilizar toda a sua renda na aquisição do bem com maior utilidade marginal, no caso, na aquisição do bem 2.
Se a função utilidade for U(x1, x2) = x1 + 0,25x2 e a renda do consumidor for igual a w, com p1 = 1 e p2 = 2, em que pi é o preço do bem i, então o consumidor irá utilizar toda a sua renda na aquisição do bem com maior utilidade marginal, no caso, na aquisição do bem 1.
Se a função utilidade for U(x1, x2) = x1 + 4x2, então a curva de indiferença do consumidor assume um ângulo reto no plano (x1, x2).
Se a função utilidade for U(x1, x2) = x1 + 4x2, então o consumidor substituirá uma unidade do bem 1 por 4 unidades do bem 2.
A Função de utilidade de Paulo é: U(X 1, X 2) = X 1 + 12X 2 - 2X 2 2 . Paulo dispõe de uma renda de R$ 25,00, o preço do bem 1 é R$ 1,00 e o preço do bem 2 é R$ 8,00. Determine a quantidade do bem 1 que Paulo escolheria para consumir:
15
12
12,5
16
17
O aumento de renda das famílias atendidas pelo referido programa provoca uma substituição do consumo de alimentos pelo consumo de vestuário.
No equilíbrio, uma das famílias pode acabar com quantidades menores de alimento e vestuário em relação à quantidade inicial.
Observe o gráfico abaixo e leia atentamente as alternativas que se seguem, assinalando a que NÃO condiz com as características da condição ótima do consumidor.

A linha reta AB representa a restrição orçamentária cuja inclinação mostra a relação entre os preços de dois bens e sua posição define a dimensão do orçamento.
O consumidor estará em equilíbrio no ponto E, na medida em que está simultaneamente situado sobre a linha de preços AB e sobre a curva de indiferençaU
Mantendo-se os preços dos bens constantes, se houvesse redução da renda disponível, os deslocamentos da linha de preços, ou da restrição orçamentária, ocorreriam paralelamente para cima e para a direita.
Havendo alteração na declividade da linha da restrição orçamentária, isso significa que ocorrem modificações nos preços dos bens, sendo que essa linha continua reta, porém com declividades ou inclinações diferentes.
Em relação ao equilíbrio do consumidor e às funções demanda, assinale a opção correta.
Bens complementares, perfeitos ou não, são comprados pelo consumidor em quantidades iguais.
Uma escolha de fronteira é uma escolha ótima para preferências convexas.
Um consumidor com preferências Cobb-Douglas gasta uma fração de sua renda em cada bem, fração esta que depende do preço do bem.
O ponto de tangência entre a curva de indiferença e a reta orçamentária do consumidor corresponde, necessariamente, a uma escolha ótima de consumo.
Para o caso de bens substitutos perfeitos com preços iguais, todas as quantidades de bens que satisfaçam a restrição orçamentária serão escolhas ótimas.
Acerca da teoria do consumidor, assinale a opção correta.
Se o indivíduo possui preferências do tipo lexicográficas, então a sua função utilidade será, necessariamente, contínua.
A taxa marginal de substituição de utilidades homotéticas depende apenas da razão entre os bens. Por essa razão, uma função utilidade do tipo Cobb-Douglas não é homotética.
As inclinações de curvas de indiferenças nunca são positivas.
Se os bens, x1 e x2, forem bens perfeitamente complementares, então, considerando x2 no eixo vertical e x1 no horizontal, é correto afirmar que as inclinações das curvas de indiferença serão iguais a -1.
De acordo com o axioma fraco da preferência revelada, se o consumidor prefere a cesta (x1, x1) à cesta (y1, y2), então ele só irá escolher a cesta (y1, y2) se ele não mais puder comprar a cesta (x1, x1).
O ponto ótimo do consumidor, quando alcança o maior nível de satisfação de suas necessidades, é representado pelo ponto em que a linha de restrição orçamentária tangencia a curva de:
indiferença
investimento
oferta agregada
demanda agregada
fronteira das possibilidades de produção
Caso a renda nominal dos consumidores seja constante, a elevação do preço do ingresso de um jogo do campeonato brasileiro de futebol acarretará uma tendência de queda da demanda por esse bem. Para continuar consumindo a mesma quantidade de ingressos para os jogos desse campeonato, os consumidores teriam de abrir mão do consumo de outros bens.
Assinale a opção correta com relação ao equilíbrio do consumidor.
O estabelecimento de uma política de preço agrícola mínimo ajudará uma economia a se aproximar do seu ótimo social.
Quando o excedente do consumidor se iguala ao excedente do produtor, tem-se uma situação de equilíbrio de mercado.
Um mercado com demanda e oferta sensíveis, no qual o governo resolva tributar a economia, levará necessariamente a uma igual divisão do pagamento dos impostos devidos entre consumidores e produtores.
Em uma economia de mercado com externalidade negativa, o custo privado de produção é inferior ao custo social. Daí, a necessidade de intervenção do Estado.
A definição de salário mínimo pelo governo leva o mercado de trabalho a ficar equilibrado, bem como ao bem-estar social.
As preferências de um consumidor são representadas pela função de utilidade U (q1, q2)= q1.q2, sendo q1 e q2 as quantidades de produtos distintos. Considerando que sua restrição orçamentária é definida por 3q1 + 4q2 = 60, então os consumos ótimos de q1 e q2 são dados, respectivamente, por
10 e 7,5.
7,5 e 10.
10 e 15.
15 e 10.
15 e 7,5.
Se determinado consumidor aloca mensalmente parte de seu salário entre dois bens, x e y, e se a utilidade marginal do bem x for superior àquela referente ao bem y, então, para elevar seu nível de utilidade, o consumidor deve reduzir o consumo de x e elevar o consumo de y.
Suponha que a renda de uma família foi aumentada em 200% e que o consumo de um determinado bem sofreu um acréscimo de 500%. Desta forma, podemos afirmar que
o bem é classificado como bem inferior.
o coeficiente de elasticidade-renda da demanda é de 0,4.
o coeficiente de elasticidade-renda da demanda é negativo.
toda vez que sua renda sofre uma alteração o consumo deste bem altera-se 2,5 vezes mais.
esse bem não pode ser classificado como um bem superior ou bem de luxo.
A utilidade total que determinado consumidor obtém a partir do consumo de gás (G) e eletricidade (E) é dadas pela função: U = 2G1/2E1/2.
Admitindo-se que o consumidor dispõe de 40 reais para adquirir esses serviços e que o preço unitário do gás (por litro) é de 2 reais, enquanto o preço da eletricidade (por Kw/hora) é de 8 reais. A partir dessas informações, pode-se chegar a seguinte conclusão:
a quantidade adquirida de gás será o dobro da adquirida de eletricidade;
a demanda de gás apresenta elasticidade constante e unitária;
se o preço do gás dobrar, a demanda do mesmo se reduzirá em um quarto;
a curva de Engel associada ao consumo de gás apresenta uma inclinação equivalente ao dobro da observada no caso do consumo de eletricidade;
no equilíbrio, o gasto total com aquisição de eletricidade será quatro vezes superior ao gasto com a aquisição de gás.
O equilíbrio do consumidor é atingido no ponto de tangência entre a linha de restrição orçamentária e a curva de indiferença.
Para um dado consumidor, a taxa marginal de substituição entre dois bens quaisquer, no equilíbrio, iguala-se à relação de preço entre essas mercadorias, indicando, assim, que a valoração do mercado referente a esses bens coincide com aquela determinada pelas preferências do consumidor.