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A respeito das Necessidades de Financiamento do Setor Público, é correto afirmar que:
A apuração do resultado “acima da linha” é feita a partir da variação líquida do estoque da dívida pública.
A apuração do resultado “abaixo da linha” parte da execução orçamentária, isto é, dos fluxos de receitas e despesas do governo.
As Necessidades de Financiamento do Setor Público servem para apurar o montante de recursos que o setor público financeiro e não-financeiro necessita captar com o setor financeiro interno e/ou externo, além de suas receitas fiscais, para fazer face aos seus dispêndios.
Em nível federal, o resultado dos orçamentos fiscal e da seguridade social recebe o nome de "Necessidades de Financiamento do Governo Central", enquanto o resultado do orçamento de investimentos recebe o nome de "Necessidades de Financiamento das Empresas Estatais".
Um dos principais problemas para a adequação dos resultados pelo método “abaixo da linha” e “acima da linha” no Brasil é a não-inclusão, nas Necessidades de Financiamento do Setor Público segundo o resultado "acima da linha", das operações primárias do Banco Central.
Em relação às necessidades de financiamento do setor público (NFSP), em um cenário de inflação nula, considere V para a(s) afirmativa(s) verdadeira(s) ou F para a(s) falsa(s):
( ) A existência de déficit público implica poupança pública negativa.
( ) Um aumento do investimento público deve ser compensado por um aumento da poupança pública.
( ) O NFSP positivo implica que a dívida líquida do setor público está crescendo.
A sequência correta é:
V – V – V;
V – V – F;
F – V – F;
F – F – V;
F – F – F.
Segundo os monetaristas, como Friedman por exemplo, uma substancial expansão da oferta monetária, numa certa economia, conduziria, no
curto prazo, a aumentos dos preços, do produto real e das taxas de juros.
curto prazo, a aumento do produto real e à redução das taxas de juros.
curto prazo, a aumentos dos preços e das taxas de juros, sem alteração no produto real.
longo prazo, a aumento da taxa de juros real.
longo prazo, à redução da taxa de juros nominal.
A idéia de que, durante as recessões, é necessário expandir a oferta de moeda pode ser considerada como exemplo típico de regra monetarista discricionária.
O fato de aumentos na oferta de moeda reduzirem as taxas de juros e, portanto, conduzirem ao aumento da demanda de investimentos e do nível de atividade econômica é consistente com a visão monetarista da política monetária.
Aponte a afirmativa correta em relação à Teoria Monetária de Keynes e aquelas derivadas da tradição da Teoria Quantitativa da Moeda:
a demanda por moeda para transação não figura na abordagem neoclássica da demanda de moeda;
a reconstrução da Teoria Quantitativa da Moeda formulada por Friedman propõe que a política monetária não produz efeitos reais;
segundo Keynes, a existência de demanda por moeda por precaução justifica-se pelas expectativas de aferição de lucros em decorrência da variação do preço dos títulos;
para Keynes, a demanda por moeda para transação será tanto menor quanto menor for o número de retiradas de contas remuneradas por unidade de tempo;
para Keynes, em certas circunstâncias, entre elas a presença de um nível de taxas de juros suficientemente baixo, a demanda especulativa de moeda torna-se infinitamente elástica.
De acordo com os monetaristas, as regras ótimas para a condução da política monetária exigem que a expansão da oferta de moeda seja feita de forma variável, para serem acomodadas as flutuações das atividades econômicas.
De acordo com a visão monetarista, quando os mercados reagem a mudanças na política monetária por meio do ajustamento dos preços relevantes, essas mudanças afetam o lado real da economia e conduzem a modificações duradouras no nível de atividade econômica.
Na visão monetarista, se completamente antecipadas pelos agentes econômicos, as políticas monetárias não têm nenhum impacto sobre os preços e os salários.
Para os monetaristas, na ausência de capacidade ociosa da economia, um aumento da oferta de moeda não afeta as variáveis reais da economia, sendo, pois, traduzido em aumentos da inflação.
Na condução da política econômica, quando comparados aos keynesianos, os monetaristas atribuem pesos mais elevados aos custos da inflação em relação aos custos do desemprego.
De acordo com a visão monetarista, o uso de regras fixas de política econômica, como, por exemplo, o crescimento do estoque monetário a uma taxa constante, é preferível à utilização de políticas fiscais e monetárias discricionárias.
A suposição de neutralidade monetária, adotada pelos monetaristas, implica que aumentos na oferta monetária contribuem para expandir, no longo prazo, os níveis de produção e de emprego.
De acordo com os monetaristas, as flutuações econômicas devem-se à adoção de políticas fiscais e monetárias inapropriadas.
Os monetaristas, assim como os novos clássicos, acreditam que as flutuações econômicas devem-se à adoção de políticas fiscais e monetárias inapropriadas.