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A base monetária é igual ao papel moeda em poder do público.
Uma política fiscal interna expansionista provoca os seguintes efeitos sobre a poupança nacional, sobre a oferta de dólares e sobre a taxa real de câmbio, respectivamente:
redução / redução / elevação
redução / redução / não altera
redução, não altera / elevação
não altera / elevação / elevação
elevação / não altera / não altera
Pode-se constatar que uma expansão fiscal no exterior sobre uma pequena economia aberta, em equilíbrio, provoca os seguintes efeitos sobre a taxa de juros mundial, sobre o investimento interno e sobre a poupança no exterior, respectivamente:
diminui / diminui / diminui
diminui / aumenta / diminui
aumenta / diminui / diminui
aumenta / diminui / aumenta
aumenta / aumenta / aumenta
O aumento na proporção de papel-moeda em poder do público em relação aos depósitos à vista acarreta aumento no multiplicador monetário.
Com relação às restrições e relações de política fiscal com o resto da economia, analise as afirmativas a seguir.
I. A adoção de uma regra de orçamento equilibrado significa que a política fiscal atua de forma anticíclica sobre a variação do PIB em épocas de crise.
II. A existência de superavit operacional significa que o governo não tem capacidade de financiar expansão fiscal para uma política fiscal expansionista.
III. Um aumento na dívida pública que restringe a atuação de política fiscal resulta de diminuições na taxa de juros que impactam as despesas fiscais.
Assinale:
se somente a afirmativa I estiver correta.
se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
se todas as afirmativas estiverem corretas.
Política fiscal é a gestão dos gastos e da arrecadação públicos, com o objetivo de atingir determinado objetivo. Quando o governo deseja expandir o nível de emprego para combater a recessão, uma alternativa é aumentar as despesas do governo e, ao mesmo tempo, aumentar os impostos para financiar esse aumento de gastos.
Alterações da política fiscal que estimulam a demanda agregada quando a economia entra em recessão sem que os formuladores de políticas econômicas tenham que tomar qualquer ação deliberada são chamados:
Estabilizadores de oferta.
Estabilizadores automáticos.
Estabilizadores de demanda.
Estabilizadores de crédito.
Nenhuma das alternativas citadas acima está correta.
Considerando as proposições abaixo que se referem à política fiscal, ao efeito deslocamento e à combinação de políticas, marque a alternativa correta.
I. Em uma armadilha de liquidez, a taxa de juros é constante porque a demanda por moeda é completamente elástica no que tange à taxa de juros. Neste sentido, a política monetária não tem nenhum efeito sobre a economia, enquanto a política fiscal tem seu efeito multiplicador sobre a produção e nenhum efeito sobre a taxa de juros.
II. No caso clássico, a demanda por moeda é independente da taxa de juros. Neste caso, as variações no estoque monetário fazem a renda variar. Entretanto, a política fiscal não tem nenhum efeito sobre a renda, ela afeta somente a taxa de juros. Neste sentido, há um efeito deslocamento completo dos gastos privados pelos gastos do governo.
III. Em uma economia que opere abaixo do pleno emprego, o efeito deslocamento não precisa ocorrer. As autoridades monetárias podem promover uma política monetária acomodativa que evite o aumento nas taxas de juros associado à expansão produtiva.
I, II e III são falsas.
I e II são falsas e III é verdadeira.
III é falsa e I e II são verdadeiras.
I, II e III são verdadeiras.
II e III são verdadeiras e I é falsa.
O impacto da política fiscal na demanda agregada gera um efeito multiplicador e um efeito deslocamento.
Esses efeitos são caracterizados por:
agirem em direções opostas sobre a demanda agregada.
agirem na mesma direção sobre a demanda agregada.
afetarem diretamente o consumo das famílias.
afetarem diretamente o volume de recursos disponíveis para investimento.
afetarem a demanda agregada mesmo que a propensão marginal a consumir das pessoas seja zero.
O multiplicador dos meios de pagamento é
2,0
2,1
2,3
2,4
2,5
A política monetária e a política fiscal diferem, entre outras, pela seguinte razão:
a política monetária é deliberadamente executada num esforço de manter o PNL (Produto Nacional Líquido) na região de pleno emprego, enquanto a fiscal tem efeitos de pouca importância sobre o nível do PNL;
a política monetária trata dos totais de dinheiro gasto e arrecadado pelo governo, enquanto que a fiscal trata da taxa de juros;
as despesas de investimento e de consumo influenciando as taxas de juros e a disponibilidade de crédito, enquanto a fiscal funciona diretamente sobre as rendas através do dispêndio e da tributação;
a política fiscal funciona principalmente através de alterações no nível de despesas de investimento, enquanto que a monetária afeta quase nada as despesas de investimento;
são executadas por duas instituições diferentes, não havendo, na essência, diferença significativa entre elas.
Pode ser conseqüência de uma política fiscal expansionista, exceto
elevação do emprego.
queda nas taxas de juros.
elevação da dívida pública.
em um regime de câmbio flutuante, tendência de valorização da moeda nacional.
em um regime de câmbio flutuante, tendência de desvalorização da moeda estrangeira.
Se a função consumo for dada por C = 70 + 0,75Yd, então a função poupança será definida por S = 70 !0,25Yd.
No longo prazo, políticas monetárias expansionistas são inoperantes porque se traduzem em um nível de preços mais elevado, de forma a garantir o equilíbrio no mercado monetário.
Ocorre efeito deslocamento (crowding out), quando o aumento dos gastos públicos eleva a renda, desloca a demanda de moeda para a direita, aumenta a taxa de juros e reduz o investimento privado.
Para os defensores da abordagem das expectativas racionais, a taxa de sacrifício exigida para reduzir a inflação é mais elevada que as estimativas tradicionais, que levam em conta o fato de a inflação esperada depender da inflação passada.