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a redução no valor das exportações brasileiras, sem reduções compensatórias na demanda por produtos importados.
A âncora cambial foi utilizada no Plano Real para controlar os preços internos e, portanto, controlar a inflação ancorando os preços internos.
Uma crise financeira e econômica nos Estados Unidos, que se espalhe pelo mundo, reduz a demanda externa pelos produtos e serviços brasileiros e também diminui a entrada líquida de capital financeiro externo (ou mesmo provoca a saída líquida de capitais). Em consequência, se não houver nenhuma política compensatória pelo governo brasileiro, a curto prazo, tende a acontecer
desvalorização do real em relação ao dólar, caso o regime cambial brasileiro seja de câmbio flutuante.
valorização do real em relação ao dólar, caso o regime cambial brasileiro seja de câmbio fixo.
valorização das ações das empresas brasileiras.
forte expansão do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, devido à maior demanda externa.
aumento do superavit comercial do balanço de pagamentos brasileiros.
A faixa de petróleo descoberta pela Petrobras, que se estende do Espírito Santo a Santa Catarina, ficou conhecida como Pré-Sal. Alguns analistas atribuem ao Pré-Sal um efeito perverso sobre a taxa de câmbio brasileira conhecido como “Doença Holandesa”. É correto afirma que:
a possibilidade de o aparecimento da “Doença Holandesa” representar um risco à indústria brasileira, porque desvaloriza a moeda doméstica.
o Brasil ficaria impossibilitado de financiar suas importações, caso a exploração do Pré-Sal fizesse surgir a “Doença Holandesa”.
alterações na taxa de câmbio não impõem qualquer risco à indústria brasileira, pois esta depende quase que exclusivamente da demanda doméstica.
há risco de valorização da moeda doméstica e, com isso, a indústria nacional perder competitividade tanto no mercado doméstico quanto no mercado internacional.
a “Doença Holandesa” afetaria exclusivamente as exportações de carne bovina brasileiras.
Se houver um aumento na demanda mundial pelas exportações de um país, em regime cambial flutuante, a curto prazo sua(seu)
taxa de juros doméstica diminuirá.
moeda será valorizada no mercado de câmbio.
taxa de desemprego aumentará.
balanço comercial ficará superavitário.
banco central acumulará mais reservas em divisas internacionais.
As intervenções do Banco Central do Brasil no mercado de câmbio mediante compra e venda de divisas, ocorridas recentemente, vão de encontro às características de sistemas de taxas de câmbio administrado, conhecidos também como sistemas de flutuação suja.
A valorização das respectivas moedas nacionais é uma tendência dos países que elevam a sua taxa de juros interna em relação às taxas internacionais.
A valorização recente do real frente ao dólar norteamericano eleva as importações líquidas e desloca a curva de demanda agregada da economia brasileira para cima e para a direita.
A diminuição do fluxo de capital externo direcionado ao Brasil no período atual, decorrente da maior aversão ao risco no cenário internacional, contribui para apreciar o real e para reduzir as exportações líquidas da economia brasileira.
Um substancial aumento na entrada líquida de capitais externos, em um certo país, levará à(ao)
valorização da sua moeda se a taxa de câmbio for flutuante.
redução do déficit do setor público.
redução na arrecadação tributária.
perda de reservas em divisas internacionais.
aumento imediato no superávit em conta corrente do balanço de pagamentos.
Quanto menor for a taxa de câmbio, maior será a demanda por divisas. Desse modo, quando o volume de demanda por divisas for exatamente igual ao volume de ofertas de divisas, a taxa de câmbio encontrar-se-á em equilíbrio.
Um investidor estrangeiro tem a opção de investir certo montante (em dólares) em seu país à taxa de juros de 6%, ou em um ativo de risco equivalente no Brasil à taxa de 3% por determinado prazo. Sabendo-se que a taxa de câmbio no início do período é de R$2/US$1, pode-se concluir que
o investidor sempre preferirá investir em seu país de origem, pois o retorno é maior.
o investidor sempre preferirá investir no Brasil, por se tratar de uma economia emergente.
se houver uma expectativa de valorização cambial superior a 3% no Brasil, o investidor preferirá investir seus recursos no ativo brasileiro.
se houver uma expectativa de valorização cambial no Brasil superior a 3%, o investidor preferirá investir seus recursos em seu país de origem.
se se houver uma expectativa de desvalorização cambial no Brasil superior a 3%, o investidor preferirá investir seus recursos no ativo brasileiro.
Um aumento na entrada de capital externo para aplicar em ações nas bolsas de valores brasileiras, de imediato, faz com que
diminua o deficit em conta corrente do balanço de pagamentos.
haja um aumento da taxa de juros doméstica.
aumentem as reservas internacionais, se a taxa de câmbio for fixa.
desvalorize (mais reais por dólar) a taxa de câmbio, se o regime for de câmbio flutuante.
se torne deficitário o orçamento do governo.
A valorização da taxa de câmbio, no Brasil,
favorece a entrada de capitais externos.
eleva os termos de troca.
torna as importações mais baratas.
diminui a dívida externa em dólar.
é neutra em relação à taxa de inflação.
Uma queda das taxas de juros nos Estados Unidos da América contribui para apreciar o dólar norte-americano, aumentando, assim, o deficit comercial desse país.
A taxa de câmbio mede o valor externo da moeda, fornecendo uma relação direta entre os preços domésticos das mercadorias e fatores produtivos e desses preços nos demais países.
Os bônus de subscrição conferirão aos seus titulares, nas condições constantes do certificado, direito de subscrever ações do capital social.
diminuir o volume de importação de bens e serviços.
estimular a saída de capitais estrangeiros.
diminuir o volume de exportação de bens e serviços.
desestimular a entrada de capitais estrangeiros.
diminuir o serviço da dívida externa.