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Leia o texto a seguir.


As doenças e agravos não transmissíveis (Dant) são responsáveis por mais da metade do total de mortes no Brasil. Em 2019, 54,7% dos óbitos registrados no Brasil foram causados por doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) e 11,5% por agravos. As DCNT, principalmente as doenças cardiovasculares, cânceres, diabetes e doenças respiratórias crônicas, são causadas por vários fatores ligados às condições de vida dos sujeitos. Estes são determinados pelo acesso a: bens e serviços públicos, garantia de direitos, informação, emprego e renda e possibilidades de fazer escolhas favoráveis à saúde. Os principais fatores de risco comportamentais para o adoecimento por DCNT são: tabagismo, consumo de álcool, alimentação não saudável e inatividade física.


BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos não Transmissíveis no Brasil 2021-2030. Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis, Ministério da Saúde, Brasília, DF, 2021 (p.5)


Para enfrentar a questão da inatividade física e o desenvolvimento das doenças crônicas não transmissíveis, o referido documento estabelece como uma das ações estratégicas para promoção da saúde


A

estimular o desenvolvimento de ambientes saudáveis no trabalho, na escola, na comunidade e nos serviços de saúde no âmbito do SUS por meio da oferta de serviços voltados à prática de atividade física e do lazer.


B

divulgar nos meios de comunicação as campanhas relacionadas às doenças degenerativas, especialmente contra o câncer de mama, a AIDS, Parkinson e mal de Alzheimer, que são as de maior causa mortis no país.


C

realizar programas de fomento e políticas públicas emergenciais previstas até o ano de 2030 para atuação multiprofissional, envolvendo profissionais da nutrição, medicina, enfermagem, educação física e fisioterapia, no trato com as DCNT e DST’s.


D

apropriar da experiência de outros países no sucesso das intervenções de saúde pública quanto aos fatores de risco e redução da prevalência das doenças e agravos transmissíveis, com enfoque nas abordagens das doenças específicas do campo sexual.