No pós-operatório de cirurgias cardíacas, o enfermeiro deve ser proficiente ao avaliar e interpretar a
hemodinâmica do paciente, atentando para correlação entre os achados físicos e os resultados
laboratoriais, o que vai permitir o estabelecimento sequencial de prescrições de enfermagem e
acompanhamento da evolução do paciente em busca dos resultados esperados. Ao sistematizar a
assistência para pacientes nesta condição, um dos diagnósticos de enfermagem provável é a perfusão
ineficaz do tecido renal relacionada com a diminuição do débito cardíaco, o qual deve ter como meta
manter a perfusão renal adequada. Para tanto, faz-se necessária, entre outras, a seguinte prescrição de
enfermagem:
A
medir o débito urinário a cada 30 minutos, durante 4 horas, em seguida a cada 8 a 12 horas até a
alta hospitalar.
B
monitorar e relatar os resultados laboratoriais de ureia sanguínea, creatinina sérica, eletrólitos
séricos e triglicerídeos.
C
administrar diuréticos de ação rápida e obter amostras de sangue a cada 4 horas.
D
observar a ingestão de líquidos a cada duas horas durante as primeiras 12 horas após a cirurgia.