Foi internada em um hospital materno infantil uma criança de 9 anos, desidratada, com diarreia
aguda causada por parasita, dores abdominais, perda de peso, pele seca, diminuição do turgor da pele
e oligúria. Após sua admissão, a enfermeira elaborou o plano assistencial para a criança elegendo,
como problemas de enfermagem, desidratação e perda de peso e relacionando-os, prioritariamente e
respectivamente, aos seguintes diagnósticos de enfermagem:
A
Volume de líquidos deficiente caracterizado por diminuição do débito urinário e do turgor da pele,
relacionado à perda ativa de volume de líquido; Nutrição desequilibrada: menos do que as
necessidades corporal, caracterizada por diarreia e dor abdominal, relacionado a fatores biológicos.
B
Disposição para equilíbrio de líquidos melhorado caracterizado por nenhuma evidência de edema e
risco de volume de líquido deficiente e diminuição do turgor da pele, relacionado à oligúria e pele
seca; Risco de nutrição desequilibrada: menos do que as necessidades corporais, caracterizada
por disfunção dos padrões alimentares e diarreia, relacionado ao comer em resposta a estímulos
externos.
C
Risco do volume de líquidos deficiente, caracterizado por desvios que afetam a absorção de
líquidos e extremos de peso; Padrão ineficaz de alimentação da criança caracterizado pelo não
seguimento de um padrão apropriado de alimentação e perda de peso, relacionado ao consumo
insuficiente de líquidos.
D
Risco de desequilíbrio do volume de líquidos, caracterizado por eletrólitos alterados, diminuição do
turgor da pele e à oligúria; Padrão ineficaz de alimentação da criança, caracterizado por
incapacidade de absorção dos alimentos e perda de peso, relacionado a prejuízo psicomotor.