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Para responder a questão de número 44, leia atentamente o relato a seguir.
R.S., 29 anos, masculino, procurou o ambulatório de saúde da empresa por ter percebido a presença de manchas avermelhadas, que não apresentava antes, na face e pescoço. Durante a consulta relatou coriza, febre baixa e dores no corpo há três dias, que “achava ser devido a uma gripe”. Ao exame físico apresentava: temperatura axilar = 37,8 ºC; linfadenopatia retroauricular, cervical e occipital; e, exantema máculo-papular e puntiforme na face, pescoço e couro cabeludo. Frente a esse quadro, estabeleceu- se a rubéola como suspeita diagnóstica. O trabalhador foi afastado do trabalho e encaminhado ao laboratório para a coleta de sorologia para confirmação.
Frente a essa situação, a enfermeira do trabalho deve, entre outras ações,
solicitar que o funcionário apresente a carteira de vacinação ao retornar da licença para tratar da saúde, para verificar sua situação vacinal e aplicar uma dose da vacina contra rubéola caso não tenha sido imunizado contra a doença na infância, pois a doença não confere imunidade.
aguardar o resultado dos exames sorológicos e se IGM negativo e IGG positivo, notificar as autoridades sanitárias da ocorrência de caso confirmado de rubéola e providenciar a vacinação de todos os trabalhadores com a vacina tríplice viral.
notificar imediatamente às autoridades sanitárias o caso suspeito de rubéola e providenciar a vacinação de bloqueio contra a doença para os contatos susceptíveis na empresa.
aguardar o resultado dos exames sorológicos e se IGG positivo, notificar as autoridades sanitárias da ocorrência de caso confirmado de rubéola e preencher a Comunicação de Acidente do Trabalho (CAT).
aguardar o resultado dos exames sorológicos e, se IGM positivo e IGG negativo, descartar o caso como rubéola.