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A gravidade da Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA), normalmente, implica a necessidade de suporte ventilatório para promover troca gasosa adequada e diminuir o trabalho respiratório que se associa a esse quadro com lesão pulmonar (HIRSCHHEIMER et al,2013, p.361).
Considerando o tratamento da SDRA, é correto afirmar que
o nível de FiO2 deve ser superior a 0,60 (baixos níveis podem ocasionar a atelectasia por não absorção).
com a evolução do tratamento, novas técnicas ventilatórias foram empregadas, aumentando a lesão pulmonar e a mortalidade.
o volutrauma desencadeia mais o mecanismo de liberação de mediadores inflamatórios e translocação bacteriana do que o atelectrauma, com aumento da morbimortalidade.
dos vários modos pelos quais o suporte ventilatório pode estar associado à lesão pulmonar, pode-se citar: baixos níveis de fração inspiradas de O2 (lesão oxidativa) e altos níveis de pressão aplicada nas vias aéreas durante o suporte ventilatório.
no decorrer do tempo, no tratamento dessa síndrome, foi instituído o suporte ventilatório invasivo, com pressões ventilatórias crescentes, associando assim a mais lesão pulmonar e maior mortalidade.