Imagem de fundo

A.C., 24 anos, sexo feminino, portadora de diabete tipo 1...

A.C., 24 anos, sexo feminino, portadora de diabete tipo 1 há dez anos, chegou à unidade de pronto atendimento – UPA, trazida por seu marido, que relatou ao enfermeiro que nas últimas horas a paciente vinha apresentando muita sede, estava urinando muito e já apresentara dois episódios de vômitos. Ao exame físico, o enfermeiro constatou que A.C apresentava confusão mental, hálito cetônico e padrão respiratório compatível com respiração de Kussmaul. O histórico e os sinais e sintomas apresentados por A.C. são compatíveis com um quadro de


A

síndrome hiperosmolar hiperglicêmica, e os cuidados de enfermagem devem compreender, entre outras ações, a avaliação da glicemia capilar e a instalação do oxímetro de pulso.


B

hipoglicemia severa, e o enfermeiro deve oferecer, imediatamente, bebida que contenha glicose, se a paciente conseguir deglutir, ou administrar 25 g de glicose a 50%, em bólus, por via endovenosa.


C

cetoacidose diabética, e os cuidados de enfermagem devem compreender, entre outras ações, a avaliação da glicemia capilar e a instalação do oxímetro de pulso para monitoramento da saturação de oxigênio.


D

síndrome hiperosmolar hiperglicêmica, e os cuidados imediatos devem compreender, entre outras ações, a administração de solução de Ringer lactato em acesso venoso periférico calibroso e a coleta de amostra de sangue para dosagem da hemoglobina glicada.


E

síndrome hiperosmolar hiperglicêmica, e os cuidados de enfermagem devem compreender, entre outrasações, providenciar acesso venoso periférico e a administração de insulina utilizando uma bomba de infusão IV para minimizar o trauma de injeções repetidas.