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O recém-nascido J.J.A, do sexo masculino, pré-termo, com idade gestacional de 34 semanas, teve microcefalia diagnosticada ao exame do perímetro cefálico, após 48 horas de vida, e verificação do resultado da ultrassonografia transfontanela. Na anamnese, consta que a mãe não realizou pré-natal. Com idade de 40 semanas corrigidas, após apresentar condições fisiológicas estáveis e capacidade para alimentar-se por via oral, o recém-nascido recebeu alta hospitalar com as orientações para seguimento em nível ambulatorial. O caso deve ser considerado à luz das orientações integradas de vigilância e atenção à saúde no âmbito da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional do Ministério da Saúde (BRASIL, 2017), com base nessas informações, analise as afirmativas a seguir:
I O diagnóstico da microcefalia foi auxiliado pela medição da circunferência craniana que foi menor que -2 desvios-padrão, segundo a curva de crescimento da InterGrowth para o sexo masculino, adotada pelo Brasil.
II Mesmo que J.J.A tenha condições de alimentar-se por via oral, não se recomenda o aleitamento materno devido à presença da replicação dos vírus no leite materno que, se ingerido pelo recém-nascido, poderá tornar mais grave essa má-formação.
III A ultrassonografia transfontanela foi realizada porque o recém-nascido ainda estava com a fontanela aberta, o que se verifica geralmente até os 8 meses de idade.
IV A microcefalia de J.J.A pode estar associada a uma infecção congênita por citomegalovírus, toxoplasmose, rubéola, varicela, vírus herpes simples ou vírus Zika.
Em relação ao caso exposto, estão corretas as afirmativas
III e IV.
II e III.
I e IV.
I e II.