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O aleitamento materno é a mais sábia estratégia natural de vínculo, afeto, proteção e nutrição para a criança e constitui a mais sensível, econômica e eficaz intervenção para redução da morbimortalidade infantil. Sobre aleitamento materno é correto afirmar que:
Quando a criança recebe leite materno, direto da mama ou ordenhado, ou leite humano de outra fonte, e por necessidade da criança a mãe eventualmente, oferece água e chás, admite-se que a criança esteja em aleitamento materno exclusivo.
Há fortes evidências de que o leite materno protege contra diarreia, principalmente em crianças mais pobres, entretanto a introdução precoce de outros alimentos não está associada a maior número de episódios de diarreia.
A mama, na gravidez, é preparada para a amamentação sob a ação de diferentes hormônios, sendo que os mais importantes são o estrogênio, responsável pela ramificação dos ductos lactíferos, e a prolactina, pela formação dos lóbulos.
A OMS, endossada pelo Ministério da Saúde do Brasil, recomenda aleitamento materno por dois anos ou mais, sendo exclusivo nos primeiros seis meses de vida da criança.
A “descida do leite”, que costuma ocorrer até o terceiro ou quarto dia pós-parto, somente ocorre se a criança sugar o seio.