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O risco de queda de pacientes está presente em hospitais...

O risco de queda de pacientes está presente em hospitais, ambulatórios e serviços de apoio diagnóstico e terapêutico. Oliver, Healey e Haines (2010) indicaram uma taxa de queda de pacientes em hospitais de países desenvolvidos que variou entre 3 a 5 quedas por 1.000 pacientes/dia. Quedas de pacientes produzem danos em 30% a 50% dos casos, sendo que de 6% a 44% desses pacientes sofrem danos de natureza graves, como fraturas, hematomas subdurais e sangramentos, que podem levar ao óbito. Sendo assim, podemos destacar como intervenções efetivas na prevenção de quedas:


A

orientar quanto às etapas do tratamento prescrito, orientar o acompanhante para permanecer ao lado do paciente, conter o paciente para evitar o risco de quedas e identificá-lo com pulseira somente se necessário.


B

colocar pisos derrapantes para evitar quedas, barras de proteção e apoio nos banheiros e acompanhar pacientes com déficit de locomoção, idosos e em uso de psicotrópicos.


C

manter as grades dos berços elevadas, dar privacidade ao paciente idoso e adolescente, não classificar risco de queda e manter o ambiente organizado.


D

verificar sinais vitais, observar nível de consciência, executar higienização das mãos antes e após o manuseio do paciente e colocar pulseira de identificação que classifique risco.


E

avaliar o risco de queda, identificar o paciente com risco através de sinalização à beira do leito ou pulseira, agendar os cuidados de higiene pessoal e os relacionados às necessidades fisiológicas para os pacientes de risco e atentar aos calçados utilizados pelos pacientes.