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Os distúrbios hipertensivos contribuem significativamente para a morbidade materna e fetal em todo o mundo. A pré-eclâmpsia é um estado hipertensivo exclusivo da gravidez humana e que precisa de um olhar atento por parte da enfermagem (LOUWDERMILK, 2012). Em relação a essa condição, afirma-se que:
I. A pré-eclâmpsia ocorre mais frequentemente em mulheres primíparas ou multíparas com um novo parceiro.
II. As alterações patológicas que ocorrem na mulher com pré-eclâmpsia são provocadas por interrupções da perfusão placentária e por disfunção das células endoteliais.
III. O vaso espasmo generalizado provocado pela pré-eclâmpsia resulta em perfusão tecidual deficiente em todos os sistemas orgânicos, redução da resistência periférica, aumento da PA e aumento da permeabilidade das células endoteliais.
IV. O exame físico da gestante é um importante instrumento para avaliação em um caso de possível pré-eclâmpsia. É essencial a aferição precisa da pressão arterial e a avaliação do edema, mesmo que sua presença não seja mais incluída na definição dessa patologia, devendo ser avaliado em relação à sua distribuição, grau e formação de cacifo.
V. Mulheres com pré-eclâmpsia grave devem ser internadas imediatamente para uma avaliação completa da condição materno-fetal. Porém, para essas avaliações maternas estão incluídos apenas o monitoramento da PA, do débito urinário, do estado de consciência e sinais de trabalho de parto ou descolamento prematuro da placenta.
Assinale a alternativa em que todas as afirmativas estão CORRETAS:
Apenas I, II
Apenas II, III.
Apenas II, III, IV.
Apenas I, II, IV.
I, II, III, IV, V.