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Sobre o atendimento a pessoas com hipertensão arterial sistêmica, é correto afirmar que
crise hipertensiva nível IV é o aumento da pressão arterial com risco de morte ou de lesão de órgãos-alvo.
urgência hipertensiva é importante rebaixamento da pressão arterial (em geral PA diastólica < 130 mmHg), sem sintomas graves e sem risco imediato à vida ou de dano agudo a órgãos-alvo ou comprometimento vascular, mas que pode evoluir para complicações graves.
emergência hipertensiva é quando existe evidente dano agudo e progressivo vascular e de órgãos-alvo, com rápida descompensação da função de órgãos vitais e com risco iminente à vida ou de lesão orgânica irreversível, demandando início imediato da redução dos níveis pressóricos.
emergência hipertensiva grau IV refere-se a quadros de encefalopatia hipertensiva, AVE (hemorragia subaracnóidea), complicações cardiovasculares (IAM, angina instável com dor, falência de ventrículo esquerdo, dissecção de aorta, edema agudo de pulmão) e falência renal.
emergência hipertensiva grau V refere-se a quadros de encefalopatia hipertensiva, AVE (hemorragia subaracnóidea), complicações cardiovasculares (IAM, angina instável com dor, falência de ventrículo esquerdo, dissecção de aorta, edema agudo de pulmão) e falência renal.