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No mundo ocidental, ainda é comum que a mulher permaneça...

No mundo ocidental, ainda é comum que a mulher permaneça deitada no leito durante o trabalho de parto, o que facilita o exame físico e as intervenções do profissional de saúde (MONTENEGRO; REZENDE FILHO, 2017). No entanto, há muito se sabe que a posição supina não é recomendada. Essa orientação tem como justificativa o fato de que a posição supina


A

leva a aorta a ser comprimida e, assim, o débito cardíaco aumenta de maneira expressiva, resultando em acréscimo da perfusão uterina e placentária.


B

leva o útero grávido a comprimir os vasos abdominais, o que compromete a circulação uteroplacentária, podendo ocasionar risco ao feto.


C

leva o útero grávido, que está aumentado, a comprimir a veia cava inferior, aumentando, de maneira expressiva, o retorno venoso ao coração e o débito cardíaco.


D

leva a parturiente a querer ficar deitada, mesmo que ela não tenha diagnóstico para permanência no leito, aumentando a demanda das atribuições dos profissionais de enfermagem.