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Amamentação ineficaz refere-se à dificuldade para oferecer o leite das mamas, o que pode comprometer o estado nutricional do lactente ou da criança. A enfermeira, ao avaliar o binômio puérpera J. A. e seu recém- -nascido após mamada, percebe que não houve esvaziamento suficiente de cada mama. Durante coleta de sinais vitais, o técnico de enfermagem observa que o RN não responde a quaisquer medidas de conforto. Nesse caso, a enfermeira deverá, a seguir,
avaliar e orientar quanto à sucção do bebê, posicionamento e pega correta, integridade das mamas e dor, além de manter mensuração de peso do bebê.
oferecer ao recém-nascido leite artificial suplementar sem o uso de bico artificial para que o bebê recupere o peso sem prejuízo para a amamentação, e estimular a puérpera a expressar seus sentimentos relacionados ao nascimento do bebê, dores, fadiga, entre outros.
orientar a puérpera sobre a perda de peso do bebê, acima do esperado, e necessidade de estímulo mamilar para produção de leite mais rico em gorduras e avaliar o conhecimento materno sobre posicionamento e pega correta do bebê.
oferecer ao recém-nascido leite artificial para que o bebê recupere o peso sem prejuízo para a amamentação, avaliar o reflexo de sucção do bebê durante a mamada e avaliar o conhecimento materno sobre posicionamento e pega correta do bebê.
puncionar acesso venoso no recém-nascido para administração de fluídos e redução do risco de desidratação.