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A doença Diarreica Aguda, uma síndrome frequente na infância, é caracterizada pela diminuição da consistência das fezes e pelo aumento do número de evacuações, podendo ser acompanhada de náusea, vômito, febre e dor abdominal. Esse agravo pode ser infeccioso ou não, e causar complicações como a desidratação, desequilíbrio hidroeletrolítico, choque hipovolêmico e hipopotassemia. Nesse contexto, NÃO é conduta CORRETA a ser adotada:
Administrar solução de reposição oral (SRO) em casa, quando a criança não puder retornar a um serviço de saúde se a diarreia piorar. Administrar frequentemente pequenos goles de líquidos em uma xícara ou colher. Se a criança vomitar, a hidratação oral deve ser suspensa.
Administrar solução de reposição oral (SRO) e/ou líquidos caseiros (caldos, soro caseiro) e/ou água potável, se a criança não estiver em regime exclusivo de amamentação com leite materno.
Recomendar a fervura da água, durante 20 minutos, ou o tratamento com duas gotas de hipoclorito de sódio para cada litro de água, em situações nas quais não há acesso à água própria para consumo.
Ministrar líquidos adicionais, na proporção que a criança aceitar. Recomendar à mãe a amamentação com frequência e por tempo mais longo a cada vez.
Informar a quantidade de líquidos a ser administrada, em casa, além dos líquidos habituais: 50 a 100ml, depois de cada evacuação aquosa, para crianças de até 1 ano, e 100 a 200ml, depois de cada evacuação aquosa, para crianças de 1 ano ou mais.