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O rastreamento, considerado uma atividade de grande importância para saúde pública, consiste em um conjunto de procedimentos cujo objetivo é diagnosticar o diabetes mellitus tipo 2 (DM2) ou a condição de prédiabetes em indivíduos assintomáticos. Sobre as recomendações e conclusões das Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (2019) no que se refere ao rastreamento da doença, assinale a alternativa CORRETA:
Pacientes com exames de rastreamento para DM2 que apresentem glicemia de jejum entre 100 e 125 mg/dL, glicemia de 2 horas pós-sobrecarga entre 140 e 200 mg/dL ou, ainda, HbA1c entre 5,7 e 6,5% são considerados diabéticos no estágio 1, sendo recomendado a Metformina.
O rastreamento do DM2 em pacientes adultos assintomáticos está diretamente ligado à possibilidade de diagnóstico e tratamento precoce, no entanto não consegue minimizar os riscos de complicações microvasculares.
Devem ser rastreados indivíduos acima de 45 anos ou, em qualquer idade aqueles pacientes que apresentam sobrepeso/obesidade, hipertensão arterial ou história familiar de DM2.
É considerado grau de recomendação A, a obrigatoriedade em solicitar o reteste em um intervalo de dois anos para aqueles pacientes com baixo risco de desenvolver diabetes e que tiveram resultado prévio normal.
É recomendado reteste em um intervalo de dois meses para pacientes com pré-diabetes ou com fatores de risco para desenvolvimento de DM2.