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O International Working Group on the Diabetic Foot (IWFGD) conceitua pé diabético como “infecção, ulceração e/ou destruição de tecidos moles associadas a alterações neurológicas e vários graus de doença arterial periférica (DAP) nos membros inferiores”. De acordo com as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (2019), são recomendações para a prevenção de ulcerações nos pés em pessoas com diabetes mellitus, EXCETO:
Instruir a pessoa com diabetes em risco 1 a 3 para não andar com os pés descalços, não usar sapatos sem meias ou com chinelos de sola fina, seja em ambientes fechados, seja ao ar livre.
Prescrever calçados com efeito de alívio da pressão plantar (PP) para pessoa com diabetes em risco 1 a 3. O uso consistente deve ser encorajado.
Instruir e incentivar a pessoa com risco 1 a 3 a inspecionar diariamente os pés e o interior dos calçados; lavar os pés diariamente e secar bem entre os dedos; usar emolientes para lubrificar a pele seca; cortar as unhas dos dedos dos pés de lado a lado; evitar o uso de agentes químicos ou qualquer outra técnica para remover calos ou hiperqueratose.
Fornecer educação estruturada a uma pessoa com diabetes com risco 1 a 3 sobre o autocuidado adequado dos pés, para prevenir ulceração.
Realizar anualmente o exame para detectar sinais ou sintomas de perda de sensibilidade protetora e doença arterial periférica, classificar o risco de ulceração e proceder ao seguimento.