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O diabetes mellitus (DM) é uma condição crônica, que requer gerenciamento contínuo, sendo caracterizado por hiperglicemia e deficiência absoluta e/ou relativa de insulina, influenciando o metabolismo dos glicídios, proteínas, lipídios, água e vitaminas. Durante sua evolução, na dependência do controle metabólico, podem advir complicações agudas e crônicas, que são classificadas em microvasculares, como a retinopatia, a nefropatia e a neuropatia diabética, e as macrovasculares, que são importantes causas da morbimortalidade associada ao diabetes. Ao desenvolver um plano de cuidados para a prevenção dessas complicações, quais ações devem ser destacadas pelo(a) enfermeiro(a)?
Monitorar o peso corporal, utilizando o cálculo do IMC (IMC=Peso/Altura), mantendo-o, preferencialmente, acima de 29,9 Kg/m².
Nas complicações macrovasculares, observar os sinais e sintomas de angina no peito que podem ocorrer de forma atípica tanto na apresentação como na caracterização da dor, devido à neuropatia periférica presente nesse paciente.
Em pacientes com complicações crônicas do Diabetes Mellitus, verificar a pressão arterial é fundamental. Para realizar o procedimento, posicionar o paciente, apenas, na posição sentado, com o objetivo de flagrar um quadro de hipotensão postural.
Implementar medidas farmacológicas e não farmacológicas para o controle da hiperglicemia, hipertensão, dislipidemia e a microalbuminúria. As medidas farmacológicas necessitam estar prescritas, e as não farmacológicas vão desde o controle do peso corpóreo à mudança de estilo de vida.
A retinopatia é uma das complicações microvasculares que deve ser rastreada desde o diagnóstico, incentivando o paciente ao controle rigoroso da glicemia e da neuropatia autossômica, que tem influência direta nesse tipo de complicação.