

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
De acordo com a classificação dos estados de choque quanto ao padrão hemodinâmico e as intervenções de enfermagem, é essencial o reconhecimento das diferenças em sua patogênese e fisiologia, para estabelecimento de medidas terapêuticas e a assistência criteriosa na ambiência da Unidade de Terapia Intensiva. Sobre essa abordagem, marque a alternativa INCORRETA.
O choque hipovolêmico pode ser classificado em subtipos conforme a sua etiologia: choque hemorrágico traumático, choque hemorrágico não traumático, choque hipovolêmico com sequestro de líquidos e choque hipovolêmico com restrição de líquidos.
O choque cardiogênico inclui medidas de suporte geral, monitorização hemodinâmica invasiva, não invasiva, metabólica, farmacológica; reperfusão coronária e tratamento cirúrgico, a depender da causa do choque. A principal causa desse choque é a síndrome coronariana aguda.
O choque distributivo pode se apresentar como choque endócrino devido ao hipotireoidismo e hipocortisolismo, anafilático, neurogênico e choque séptico, sendo este último a principal causa de internação na UTI e de alta mortalidade.
O choque obstrutivo é uma condição causada pela obstrução dos grandes vasos ou do próprio coração. Seus sintomas são inespecíficos, e a condição é caracterizada pela resposta autônoma compensatória na forma de taquicardia, taquipnéia, oligúria e alteração de consciência.
As causas do choque obstrutivo podem culminar em parada cardiorrespiratória, devendo ser lembradas como causas reversíveis o tamponamento pericárdico e o pneumotórax hipertensivo, exceto o tromboembolismo.