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Em virtude da complexidade dos aspectos fisiopatológicos e da variedade das disfunções orgânicas relacionadas à sepse e ao choque séptico, o paciente pode ainda necessitar de suportes como, EXCETO
suporte inotrópico, com a utilização da dobutamina em pacientes com débito cardíaco baixo, hipoperfusão tecidual persistente e estado volêmico adequado.
suporte com corticosteroides, com a administração de baixas doses de hidrocortisona em pacientes com choque séptico que desenvolvem insuficiência adrenal.
suporte de transfusão sanguínea, quando a taxa de hemoglobina está menor que 5 g/dl, na presença de circunstâncias como isquemia miocárdica ou hipoxemia grave.
suporte de sedação e analgesia em pacientes submetidos a ventilação mecânica, sendo que a interrupção diária e a administração de sedação intermitente também são benéficas por promoverem a redução dos dias da ventilação artificial.
suporte de controle glicêmico, pois os níveis de glicemia devem permanecer inferiores a 180 mg/dl, e tanto a terapia renal constitutiva contínua quanto a intermitente têm apresentado resultados benéficos no controle da injúria renal aguda.