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Sabe-se que o repouso prolongado no leito pode induzir o surgimento de complicações como tromboembolismo venoso, resistência à insulina, disfunção microvascular, inflamação sistêmica, lesões por pressão, pneumonias e atelectasias, infecções do trato urinário, ansiedade, depressão, redução da qualidade de vida, contraturas articulares e perda de massa muscular de até 2% ao dia durante as primeiras 2 a 3 semanas. Sobre a mobilização dos pacientes hospitalizados, assinalar a alternativa CORRETA.
Em pacientes com lordose acentuada ou dor lombar, além de manter os calcanhares livres, evitando o risco de ulceração, deve-se manter em decúbito ventral ou prona a maior parte do tempo.
Deve ser realizada mudança de decúbito a cada hora em pacientes com instabilidade clínica, como aqueles com alterações significativas do padrão respiratório, hemodinâmico ou neurológico, para evitar lesão por pressão.
No cuidado de pacientes com mobilidade física reduzida, é permitida a remoção, o alívio ou a redistribuição da pressão sobre uma parte do corpo, proporcionando maior conforto.
O decúbito lateral não ajuda a manter o quadril e a pelve na posição neutra e não evita o contato entre os joelhos; por isso, aumenta o atrito nas proeminências ósseas.