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A assistência de enfermagem a pacientes com doenças endócrinas, como o diabetes mellitus, envolve a monitorização rigorosa e intervenções específicas. Segundo a American Diabetes Association (ADA), qual é a abordagem mais adequada para o manejo de um paciente hospitalizado com cetoacidose diabética (CAD), visando estabilizar seu estado metabólico e prevenir complicações?
Iniciar com a administração intravenosa de insulina regular em bomba de infusão contínua, monitorar de perto os níveis de glicose sanguínea e eletrólitos, corrigir a desidratação com soluções isotônicas, e ajustar a terapia conforme a resposta clínica do paciente, prevenindo complicações como hipoglicemia e desequilíbrios eletrolíticos.
Administrar insulina subcutânea de ação rápida em doses fixas a cada quatro horas, sem necessidade de monitoramento contínuo dos níveis de glicose ou eletrólitos, e fornecer suporte nutricional oral para corrigir a hiperglicemia.
Utilizar apenas fluidos orais para reidratação do paciente, sem a necessidade de infusão intravenosa, e ajustar a dose de insulina conforme o apetite do paciente e os níveis de glicose capilar.
Prescrever uma combinação de insulina de ação prolongada e oral hipoglicemiante, sem necessidade de infusão contínua, e monitorar a glicose sanguínea apenas duas vezes ao dia.
Iniciar a terapia com insulina de ação intermediária, corrigir a desidratação com soluções hipertônicas, e evitar a monitorização frequente dos níveis de eletrólitos para minimizar o desconforto do paciente.