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O cálculo, preparo e administração de medicamentos hemoderivados requerem precisão e um conhecimento detalhado das propriedades farmacocinéticas e farmacodinâmicas dos fármacos. Segundo a Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (SBHH), qual é o procedimento correto para a administração de um concentrado de hemácias em um paciente adulto, considerando a compatibilidade sanguínea e as medidas de biossegurança?
Administrar o concentrado de hemácias diretamente através de cateter venoso central, sem necessidade de provas cruzadas adicionais, e monitorar os sinais vitais do paciente apenas após a conclusão da transfusão.
Utilizar uma infusão rápida do concentrado de hemácias, independentemente da compatibilidade sanguínea, e administrar antihistamínicos profilaticamente para prevenir reações adversas.
Confirmar apenas o tipo sanguíneo ABO do paciente antes da transfusão, sem necessidade de verificar a integridade e validade do concentrado de hemácias, e monitorar os sinais vitais apenas após reações adversas.
Administrar o concentrado de hemácias utilizando uma técnica asséptica, mas sem necessidade de monitoramento contínuo dos sinais vitais, desde que o paciente não tenha histórico de reações adversas a transfusões.
Confirmar a compatibilidade sanguínea entre o doador e o receptor através de provas cruzadas, verificar a integridade e validade do concentrado de hemácias, utilizar técnica asséptica durante todo o processo, monitorar os sinais vitais do paciente antes, durante e após a transfusão, e estar preparado para intervenções imediatas em caso de reações adversas, como febre, urticária ou choque anafilático.