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G.G., 1o tenente QCO enfermeiro, atua no atendimento...

G.G., 1o tenente QCO enfermeiro, atua no atendimento pré-hospitalar de pacientes politraumatizados, com queimaduras extensas e em parada cardiorrespiratória, entre outras condições críticas. Uma vez que na impossibilidade de obtenção de acesso venoso periférico, a via intraóssea é a opção recomendada para a reposição volêmica e a administração de drogas, ao realizar a punção óssea ou acompanhar a realização desse procedimento, o enfermeiro deve considerar que


A

não deve ser realizada em crianças com menos de 6 anos de idade.


B

deve ser utilizada uma agulha hipodérmica 50 x 12, montada em seringa com 5 mL de soro fisiológico 0,9%.


C

a tíbia anterior constitui uma das opções de local para punção em adultos e crianças.


D

soluções isotônicas cristaloides não podem ser infundidas por via intraóssea.


E

a agulha deve ser inserida, no local escolhido para punção, em angulação de 45º, com movimentos rotatórios até perceber que o córtex ósseo foi rompido.