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Para o paciente, a sonda nasogástrica pode representar uma experiência negativa devido à dor causada por microtraumatismos de mucosa e reflexo do vômito gerado durante sua introdução. Para minimizar seu sofrimento, é imprescindível orientá-lo quanto à necessidade da sonda e etapas do processo. Sobre os cuidados de enfermagem com a sonda nasogástrica, assinale a alternativa incorreta:
A limpeza dos orifícios nasais do paciente, pelo menos uma vez ao dia, retira as crostas que se acumulam ao redor da sonda; visando prevenir ulcerações, o profissional de enfermagem deve inspecionar o local e mantenha a sonda livre de pressão sobre a mucosa nasal.
É comum que o paciente com sonda respire pela boca, o que pode vir a provocar ressecamento e fissuras nos lábios. Visando evitar tais ocorrências, a higiene oral e lubrificação dos lábios deve ser realizada no mínimo três vezes ao dia, o que promove o conforto e evita infecção, halitose e o ressecamento da mucosa oral.
Sempre que possível, orientar o paciente a manter-se predominantemente em decúbito elevado, para evitar a ocorrência de refluxo gastroesofágico durante o período que permanecer com a sonda.
Se a sonda nasogástrica foi indicada para esvaziamento gástrico, deve ser mantida aberta e conectada a um sistema de drenagem. Se não houver drenagem e o paciente apresentar náuseas, vômitos ou distensão abdominal, indica-se aspirar a sonda suavemente com uma seringa, pois pode estar obstruída.
Quando de sua retirada a sonda nasogástrica deve estar sempre aberta, o que evita o escoamento do conteúdo gástrico, pelos orifícios da sonda, no trato digestivo alto, fato que provoca irritação.